bizi | 17.04.26

O Bizi de hoje começa com uma pergunta importante: como está seu engajamento no trabalho? A gente espera que um Bizi no meio do expediente melhore esse status.
Nesta edição você vai conferir:

A Rolls-Royce anunciou o primeiro modelo da nova coleção Coachbuild Collection, o Project Nightingale, vendido apenas por convite para compradores selecionados que tem “profunda afinidade” com o design da marca.
Com a previsão de produção de apenas 100 unidades até 2028, toda a ideia do Nightingale gira em torno do superluxo: um carro impecável, produzido artesanalmente, com um programa de experiências de vários anos, incluindo encontros presenciais, em que os compradores poderão acompanhar o desenvolvimento criativo e técnico do automóvel.
A Anthropic, dona do Claude, vai abrir seu primeiro escritório no Brasil em breve, na cidade de São Paulo. A decisão não é por acaso: o Brasil é o terceiro maior mercado da companhia, atrás apenas dos EUA e Índia — e se você está acompanhando as conversas, andamos falando bastante sobre o Claude. A empresa já começou a busca pela nova localização e profissionais, principalmente da área comercial.
Wagner Moura entrou para a lista Time100, da revista Time como uma das pessoas mais influentes do mundo e estampa uma das quatro capas sobre a edição de 2026.
No post sobre ele, a revista coloca o ator como quase uma anomalia entre os atores contemporâneos: não usa redes sociais, ouve músicas no vinil e dirige um Fusca 1959. “Em um mundo cada vez mais digital, ele é o antídoto analógico que não sabíamos que precisávamos”. Pelo jeito, não é só o Brasil que está apaixonado por ele.
A startup Prateados foi criada pela executiva Ana Boyadjian com a proposta de “fortalecer a vida social, cultural e ativa por meio de tecnologia a partir de experiências reais” focada no público +60 — cada vez mais importante nas estratégias de marca. Para Ana, o projeto é uma extensão do segmento business to family (B2F) e vem para incentivar a conversa com uma população de 32 milhões de brasileiros.
Nesta semana, o Estadão inaugurou uma nova vertical de conteúdos: o hub Pulsa, dedicado a falar de saúde e bem-estar e dividido em seis temáticas: Mente e Cérebro, Corpo em Movimento, Nutrição, Medicina e Estudos, Autocuidado, Futuro e Inovação. A nova vertical já nasce em parceria com o Estadão Verifica, para garantir que não haja desinformação.
Kondzilla e OpenAI se uniram para lançar um programa gratuito de formação em IA, com aplicação em música, audiovisual e criação de conteúdo, em parceria com GR6 e Flint. O curso é online, com encontros presenciais e experiências em algumas capitais, mas o diferencial são os professores: Bê e Marcão, criados por IA.
Com certeza você já ouviu falar sobre o Bitcoin, mas talvez não saiba que a identidade real do criador (ou criadores) nunca foi revelada, apenas divulgada como o pseudônimo Satoshi Nakamoto. A discussão em torno desse nome sempre existiu, mas aumentou consideravelmente no início deste mês, quando o New York Times publicou um artigo apontando Adam Back, criptógrafo britânico, como o principal suspeito.
Apesar de várias ligações entre Back, a empresa Blockstream (cofundada por ele) e o Bitcoin, o britânico negou a autoria do criptomoeda e ainda disse em uma entrevista para à Bloomberg que o código inicial do Bitcoin possui erros que ele jamais cometeria. Mas também compartilhou uma imagem no X dizendo “Somos todos Satoshi”. E aí, qual seu palpite?
Em uma carta divulgada no balanço do 1º trimestre de 2026 da Netflix, o cofundador do streaming, Reed Hastings, anunciou sua saída da empresa para se dedicar integralmente à filantropia, depois de 29 anos no board. Além do anúncio, a multa de rescisão da aquisição da Warner Bros. Discovery tornou o cenário não tão positivo e as ações da empresa caíram cerca de 9% no fechamento do mercado ontem (16).
🎲 Pesquisa da Universidade de Stanford sobre hábitos digitais em diferentes países apontou os benefícios de limitar o uso de redes sociais. Segundo os resultados, menos tempo de telas pode levar a menos ansiedade e frustração e mais foco em metas pessoais, convivência real e desenvolvimento pessoal.
🎲 Estudo da Alura com o Opinion Box mostrou que 71,2% dos profissionais de marketing já utilizam IA no dia a dia. Enquanto a maioria busca aprender sobre as ferramentas em vídeos online (47,7%) ou experimentando (32,6%), só 6,5% investiram em um curso.
🎲 Estudo da Gartner revelou que 50% dos consumidores preferem marcas que não utilizam IA generativa, seja em mensagens, publicidade ou conteúdos. O estudo também mostrou que 61% questionam com frequência se as informações que usam no cotidiano são confiáveis e 68% se perguntam se o conteúdo e as informações que veem são reais.

A Gallup acabou de lançar a nova edição de seu tradicional report State of the Global Workspace sobre a experiência do funcionário e seu impacto para as empresas.
Para começar, um dado urgente:
É a primeira vez na história da pesquisa que o engajamento cai por dois anos seguidos e isso reflete diretamente na lucratividade das empresas.
Um dos principais fatores para esse resultado é o baixo engajamento dos gestores.
De acordo com o estudo é uma relação interdependente: cada vez mais, o engajamento dos gestores depende da equipe que lideram; mas se eles não estão engajados, a equipe será um reflexo.
O trabalho remoto (ou a falta dele) é um ponto decisivo aqui também. Segundo a Gallup o otimismo em relação ao mercado de trabalho caiu:
Essa queda expressiva pode vir da redução nas oportunidades de trabalho remoto, motivada por mudanças nas políticas das empresas ou pela automação do trabalho intelectual.
Ironicamente, a aparente estabilidade do mercado também prejudica. Nos EUA, por exemplo, 2025 foi marcado por um ano “sem contratações, sem demissões”. Mas quando sentem que não têm opções em relação ao trabalho, o otimismo com o mercado cai.
No entanto, a consultoria garante que existe solução.
Organizações de todos os portes estão inclusas nesse percentual. O ponto em comum é que elas priorizam o engajamento dos funcionários como parte da estratégia de negócios a longo prazo.
Além disso, quando os funcionários gostam do que fazem e sentem que seu trabalho melhora a vida de outras pessoas, isso gera mais bem-estar e engajamento.
E aí, como anda o engajamento na sua empresa? Para conferir a pesquisa na íntegra, acesse aqui.
Hora de conferir as campanhas da semana, começando pela próxima data comemorativa: o Dia das Mães, uma das datas mais movimentadas do comércio brasileiro e também uma das mais emotivas quando se trata das publicidades.
A Natura criou uma releitura da música I Don’t Want to Miss a Thing, do Aerosmith, interpretada por IZA, mostrando como o tempo é relativo para as mães. A campanha “Teoria da Maternidade” mostra que, para elas, os dias são longos, mas os anos são curtos.
O Boticário também já lançou a campanha “Despedidas” com um dos temas mais pesquisados na data: o “ninho vazio”. Ao identificar que 64% dessas conversas têm tons de tristeza e solidão, a marca resolveu ilustrar a jornada da maternidade como uma viagem de trem: uma eterna despedida e um constante recomeço. E também com a releitura de um clássico: The Blower’s Daughter, do Damien Rice.
Partindo para outro tema, mas ainda falando de cuidado, a CEPIA lançou a campanha “Se você ama alguém, examine esse alguém”, para incentivar casais a aprenderem a identificar sinais de câncer em seus parceiros e tornar a intimidade uma aliada na detecção precoce da doença. O filme sensível, feito com casais reais, foi feito em parceria com a VML.

A WGSN laçou recentemente sua previsão para a cor do ano de 2028: o Radiant Earth, um tom de laranja terracota bem quente e cheio de significado.
Segundo a WSGN, o Radiant Earth é “uma âncora fundamental (…) para um consumidor que busca conexão humana em um mundo cada vez mais técnico”.
E podemos ver isso só pelos nomes: Verde Sereno, Azul Offline, Positivamente Amarelo e Florescer Pink. Todos tons mais pastéis e “descarregados”, oferecendo conforto visual para os excessos.
Se formos ver bem, a justificativa é bastante parecida com a Cloud Dancer, escolhida como cor do ano de 2026 pela Pantone. A escolha do tom também não fica muito distante.
A escolha da cor como a principal da paleta transmite a “energia ressoante após uma mudança intensa” e capacita os consumidores a “encontrar força na estabilidade, (…) cultivando ambientes baseados na intimidade e no calor”.
Na amostra exclusiva sobre a Radiant Earth, a WGSN ainda traz exemplos e direcionamentos de aplicação, com foco em preparar marcas principalmente do segmento de beleza, fashion e decor, para o momento futuro.
Curtiu a cor de 2028?
🫂 Obrigada por acompanhar mais uma news! Seu engajamento aqui é essencial para nós. Até a próxima edição, com muito mais insights.
Por aqui, você vai encontrar um resumo de tudo que está rolando no mercado, de
forma prática, dinâmica, rápida e com um toque de humor
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