framework: 4 coisas que todo líder deveria saber sobre a geração Z 

bizi | 30.05.23

Já falamos algumas vezes sobre a geração Z no mercado de trabalho aqui no Bizi, mas, sem querermos ser redundantes, sempre tem algo novo a aprender

Dessa vez, ao invés de ouvir suas demandas, a Fast Company trouxe pontos pertinentes para quem lidera a geração.

A revista acredita que “uma lente mais favorável” sobre a genZ ajuda a entender quem esses jovens são de verdade e o que têm a oferecer.

A revista trouxe 4 princípios-chave necessários para conhecer a geração, entender suas demandas mas, principalmente, aproveitar seu potencial:

1. Aproveitar sua neuroplasticidade

Um pouquinho de biologia aqui para entender que essa “plasticidade” se refere à capacidade do cérebro, especificamente do córtex pré-frontal, de resolver problemas e aprender novas habilidades, presente de forma mais intensa nos mais jovens.

Por volta dos 25 anos, essa parte começa a se consolidar e não é impossível, porém, é mais difícil executar essa função.

De fato, os mais jovens são early adopters a tudo que é novo. Assim, uma forma de fazê-los crescer — e, consequentemente, a empresa — é dar tarefas e desafios que conversem com essa habilidade, como aprender uma nova linguagem de programação.

2. Aproveitar o potencial de inovação

O princípio do tópico anterior também vale aqui: cérebros mais jovens são mais imaginativos e capazes de visualizar múltiplas realidades.

Na prática, isso faz com que a geração Z tenha mais facilidade em enxergar cenários alternativos e outras possibilidades. Assim, eles podem contribuir com mais ideias e apresentar soluções que outras pessoas não pensaram.

3. Abraçar as novas perspectivas éticas

Naturalmente, a geração já traz questões sociais importantes — como o racismo, violência e mudança climática. Mas a fase em que estão agora é caracterizada pelo crescimento do raciocínio moral, a famosa bússola moral.

O momento casa perfeitamente com empresas que compartilham desses princípios e querem estar sintonizados com seu público.

Aliás, ter público e funcionários dentro da mesma faixa etária pode trazer inúmeros insights e benefícios na hora de montar estratégias mais assertivas.

4. Reconhecer seus insights estratégicos

Esqueça o pensamento de que mais experiência = mais estratégia. 

Surpreendentemente ou não, pesquisas cognitivas comprovam que profissionais com seus 20 e poucos podem ser “especialmente bons em pensamento estratégico e planejamento de longo prazo“.

Na verdade, a tendência é que a capacidade de pensamento estratégico vá declinando com a idade — mas, claro, isso varia de pessoa para pessoa.

A revista conclui dizendo que essa época, no geral, é tão fértil cognitivamente falando, que o melhor a fazer é deixar os preconceitos de lado e repensar no papel da genZ no mercado de trabalho.

Muito atrelado ao que já falamos hoje sobre soft skills, Nathalia Daflon Yunes, PhD e Especialista em Neurociência e Comportamento, fala que aprender um novo comportamento é algo extremamente prático, chamado por ela de aprendizado de procedimento.

Portanto, é necessário lidar com a geração Z aceitando que existem, sim, diferenças, mas é possível treinar o nosso cérebro para aprender com elas e, enfim, crescermos juntos.

De acordo com a Fast Company, mais importante do que focar nessas diferenças é entender os processos de desenvolvimento cognitivo que todos passamos. Independente da idade, é importante saber como isso impacta ou aperfeiçoa nossas chances de sucesso no trabalho.

Em suma, deu para perceber que a geração Z tem mais a oferecer do que imaginamos. Sendo assim, que tal explorar mais desse potencial?

Não perca nenhuma novidade!

Por aqui, você vai encontrar um resumo de tudo que está rolando no mercado, de forma prática, dinâmica, rápida e com um toque de humor

    Confira nossos outros conteúdos


    Bizi 293: notícias da semana, engajamento no trabalho, cor do ano de 2028 e muito mais
    última news:

    Como está seu engajamento no trabalho?

    Anthropic no brasil, criador do Bitcoin, Rolls-Royce e mais
    view e review:

    Tudo o que rolou na semana enquanto você estava muito bizi para acompanhar…

    Insights do State of the Global Workspace 2026
    framework:

    Os principais insights do State of the Global Workspace 2026, da Gallup

    Radiant Earth: a cor do ano de 2028, segundo a WGSN 
    previsão do mercado:

    Radiant Earth: a cor do ano de 2028, segundo a WGSN 

    Bizi 292: Nutella no espaço, streamings no Brasil, IA nas empresas e muito mais
    última news:

    Publicidade de outro mundo

    Marca Amazônia, IA da Netflix, saúde mental no Gemini e mais
    view e review:

    Tudo o que rolou na semana enquanto você estava muito bizi para acompanhar…

    Nutella no espaço
    put@ case, meo:

    Nutella no espaço 

    O cenário de streaming no Brasil
    data nossa de cada dia:

    O cenário de streaming no Brasil

    Impacto da IA: ritmo bom, mas desigual
    framework:

    Ritmo bom, mas impacto desigual

    Bizi 291: tudo o que vimos no CMO Summit 2026
    última news:

    Tudo o que vimos no CMO Summit 2026