bizi | 13.05.25

Se antes a discussão era sobre a IA substituir o Google, hoje é difícil fazer uma busca por lá sem se deparar com um selinho mais ou menos assim na resposta: ✨ Mas esse está longe de ser o único caso. As buscas por IA têm se tornado cada vez mais recorrentes no comportamento do público — inclusive, trouxemos um resumo da palestra de Neil Patel sobre esse tema no Web Summit Rio neste conteúdo.
Por isso mesmo, é importante saber como fazer um bom SEO para essas ferramentas. Mas, para começar essa otimização, é importante entender como esses mecanismos funcionam.
“A visibilidade nas respostas do ChatGPT , Gemini do Google, Perplexity e AI Overviews do Google depende de sua marca ser mencionada no conteúdo em que eles confiam. No entanto, suas preferências em termos de fontes confiáveis variam significativamente.”
— Search Engine Land
Aqui embaixo está uma representação das buscas de IA:

Com esse gráfico como base, o SEL descreveu o que cada ferramenta prefere na hora de mostrar seus resultados, dados das principais fontes e dicas de como garantir que sua marca seja referenciada por elas. Confira o resuminho Bizi:
O que prefere:
A mais famosa das IAs prefere fontes estabelecidas, confiáveis e factuais, como enciclopédias e grandes veículos de notícias. Os sites mais citados por ela, de acordo com o SEL, são o Wikipedia (27%), a Reuters (6%) e o parceiro da OpenAI, Financial Times (3%).
Seguindo o mesmo princípio, o bot raramente cita conteúdo gerado por usuários (UGC), como fóruns e mídias sociais, ou blogs e páginas de produtos.
Dicas:
“Conforme observado anteriormente por Olaf Kopp, os LLMs geralmente favorecem ‘fontes não comerciais’, em vez de páginas de comércio eletrônico.”
— SEL
O que prefere:
Por sua vez, o Gemini faz uma mescla de fontes confiáveis com notas da comunidade. Suas referências mais frequentes são o YouTube (o domínio mais citado, com 3%), blogs e sites de notícias, como a Forbes (2%), além dos conteúdos da comunidade (2%).
Aliás, de acordo com o SEL, o ponto alto dessa IA é justamente “misturar avaliações profissionais com feedback de colegas, especialmente para dúvidas de consumidores”.
Dicas:
O que prefere:
Fontes confiáveis e especializadas, inclusive quando se trata de sites de avaliação. Suas principais fontes são conteúdo de blog/editorial (38%), notícias (23%) e, agora, sim, blogs de produtos (7%).
Um ponto interessante da busca no Perplexity AI é que o tipo de fonte muda de acordo com o segmento. Por exemplo: ele vai citar somente sites consolidados quando você buscar por consultas financeiras, mas pode citar o Reddit (fórum) se o tema for comércio eletrônico.
Dicas:
O que prefere:
Sem uma preferência definida, é como se as visões gerais literalmente pegassem toda a diversidade das respostas Google e juntasse em um compilado.
Nela, você vai encontrar artigos no estilo de blog (46%), notícias tradicionais (20%), conteúdo de comunidade (4%), mídias sociais (artigos do LinkedIn são a 4ª fonte mais citada), blogs de produto (7%) e até o Wikipedia, mas com menos destaque (1%).
Um de seus principais diferenciais é oferecer páginas específicas e aprofundadas no lugar de páginas iniciais, combinando conteúdo especializado, discussão da comunidade e até comentários no LinkedIn.
Dicas:
Afinal, nem tudo nas nossas discussões sobre a inteligência artificial é voltado para o que fazemos com ela, mas também sobre o que ela pode fazer por nós.
Tudo pronto para prosperar na era das buscas com IA?
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