data nossa de cada dia: 1,5 milhão de profissionais brasileiros já fazem parte da Open Talent Economy

bizi | 11.10.24

Dizem que nada substitui a segurança de um trabalho fixo. Mas os dados apontam que outro movimento importante tem crescido no mercado: o open talent.

Caso o termo não seja tão familiar para você, a Fast Company descreve o open talent como a relação não exclusiva colaboradores e seus contratantes, podendo, inclusive, atuar em diferentes projetos ao mesmo tempo. 

Já até falamos aqui no Bizi sobre o C-Level as a service e como essa modalidade de contrato pode funcionar muito bem para ambos, empresa e profissionais. Hoje, trouxemos mais dados interessantes sobre como a open talent economy está crescendo no Brasil.

As informações vêm de uma pesquisa realizada pela Ollo, uma curadoria de talentos que conecta empresas com profissionais open talent, em parceria com a Orbit Data Science.

E olha que não é difícil de encontrá-los. 

  • De acordo com o levantamento, 1,5 milhão de pessoas atuam de alguma forma neste segmento por aqui;
  • Mais de 27% das pessoas no país estão prontas e “ávidas” para atuar na modalidade;
  • De fato, 9% já estão começando na open talent economy.

“Em mercados emergentes, ainda estamos no início da curva, com taxas de crescimento expressivas, típicas de um segmento em expansão.”
— Karina Rehavia, CEO da Ollo

A pesquisa ainda apontou que realmente é um caminho ambíguo.

“A maioria dos freelancers gosta desse esquema de trabalho, mas se sente sobrecarregada e aponta como é cansativo esse formato.”
— Fast Company

Mas, segundo Karina, esse é um mercado em crescimento, até porque, “freelancer” já não é mais o único termo que aparece nas buscas. Para a CEO da Ollo, além de ser um mercado novo, é algo transformador.

Inclusive, neste artigo da Fast Company, a conclusão é de que não é se, mas quando você também vai entrar para a open talent economy.

+ Pesquisas interessantes para ficar de olho:

Um estudo do Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, mostrou que 73% dos adultos acreditam que as redes sociais influenciam diretamente no comportamento de consumo de crianças e adolescentes. Saiba mais sobre essa relação.

Por falar em redes sociais, uma pesquisa da Rcell mostrou que 100% das empresas destacam as redes sociais como um passo fundamental para promover o

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