data nossa de cada dia: Os números do marketing de influência no Brasil

bizi | 20.02.24

Tem estudo sobre marketing de influência fresquinho chegando por aqui.

A consultoria Scopen lançou a primeira edição do Influence Marketing Scope, um material com a intenção de ser bienal e entender como mercado + profissionais da comunicação estão em relação ao marketing de influência.

Não é difícil imaginar de onde vem o interesse sobre essa área, não é mesmo? A cada dia, o poder da influência cresce no mundo, mas principalmente no Brasil. Já falamos outras vezes aqui na news sobre como o nosso país valoriza a opinião dos influencers.

Com o mesmo objetivo, a Scopen entrevistou 101 profissionais responsáveis pelo marketing de influência em empresas anunciantes e 28 agências especializadas na área, entre julho e novembro de 2023, aqui no Brasil. E, entre os principais resultados, ela descobriu que:

O principal motivo pelo qual as empresas buscam o marketing de influência (50%) é conquistar visibilidade, awareness e conhecimento de marca. Logo em seguida vem o branding, o posicionamento e a imagem de marca no mercado.

Em número de seguidores, o preferido em disparada é o micro influenciador, que tem entre 10 mil e 100 mil seguidores. 93% das empresas e profissionais preferem esse perfil.

Em seguida vem os macro influenciadores (entre 100 mil de 500 mil seguidores), com 89% de preferência e os chamados “fama influencers” (entre 500 mil a 1 milhão de seguidores), com 77% das escolhas.

Mas, apesar do interesse e reconhecimento da categoria, o investimento ainda não está nos seus melhores dias:

Por fim, o estudo mostra que para empresas e profissionais especializados no marketing de influência, os desafios são distintos:

Enquanto o executivo de empresas define a profissionalização do influenciador e a credibilidade do que é apresentado como principais barreiras, para os profissionais de agências, o verdadeiro desafio é o conhecimento do consumidor e a capacidade de chegar a ele, além da mensuração e proteção de dados nesse processo. 

“Os profissionais de empresas pensam de forma mais tática. Já os profissionais de agências têm um conhecimento maior deste universo que os permite pensar de forma mais estratégica. Acredito que em algum momento isso irá se equalizar, porém, como o ambiente é mais arriscado, o perfil do decisor precisa ter componentes inovadores para que não exista tanto medo de errar, pois o tempo para correção de rota é desafiador”.
— Paula Ribeiro, diretora de estudos e investigação da Scopen Brasil

E por aí, sua empresa já está investindo no marketing de influência? Compartilha com a gente suas impressões sobre essa estratégia!

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