não é cinema, mas é hype: Back to Starbucks

bizi | 19.09.25

Caso você seja fã de cafés superfaturados com chantilly e muito gelo, deve ter acompanhado a saga do Starbucks nos últimos anos.

Por aqui, a empresa quase faliu, fechou dezenas de lojas, foi adquirida pelo grupo Zamp e parece estar em uma trajetória para se reestabelecer. Porém, o Brasil não foi o único a ver a rede de cafeterias perder seus customers. 

Durante sua participação no Fast Company Innovation Festival 2025, o CEO da Starbucks, Brian Niccol, disse que as lojas se tornaram “muito transacionais”. Especialmente depois da pandemia, a operação focou muito no delivery e a experiência em loja acabou ficando em segundo plano.

Para a próxima fase da empresa, o plano de Niccol é simples: “Back to Starbucks”. A iniciativa pretende redesenhar toda a experiência de marca, seja na volta dos copos personalizados ou balcões de condimentos, ou no redesign de algumas unidades, com novos produtos e cardápios além das bebidas. 

Inclusive, em julho deste ano, a Starbucks anunciou a descontinuidade de suas unidades dedicadas exclusivamente ao delivery.

Segundo o Business Insider, um dos objetivos é estabelecer propositalmente um contraste com seus concorrentes. O principal deles, citado por Niccol na conferência, é a Luckin Coffee, empresa chinesa que chegou com força aos EUA em 2025.

Enquanto o foco da Luckin é uma experiência automatizada e impessoal, com todos os pedidos são feitos por meio de um aplicativo, um porta-voz do Starbucks disse que o foco da rede está na “conveniência, conexão e artesanal”.

Podemos dizer que a última ação que a empresa anunciou conversa totalmente com esse objetivo: a Starbucks será o café oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Los Angeles 2028.

Além de estar presente na Vila Olímpica e Paralímpica, a cafeteria vai preparar eventos e ativações especiais para promover a conexão com os consumidores durante os jogos.

E aí, será que o café arábica do Starbucks será suficiente para reanimar a empresa na nova fase?

+ Notícias do mundo dos negócios:

Jerry Greenfield, o “Jerry’s” da Ben & Jerry’s, deixou a empresa em “uma decisão dolorosa” após a marca perder a independência e autonomia para se posicionar, por determinação da Unilever, a dona atual. Inclusive, o conselho independente da Ben & Jerry’s, iniciou um processo contra a Unilever por bloquear posicionamentos sobre causas políticas e sociais. Vale lembrar que essa é uma característica bem presente na marca desde seu início.

O iPhone 17 acabou de sair, mas a Apple já está traçando os planos para o próximo lançamento. De acordo com o Digital Chat Station, o próximo modelo pode realizar o sonho de todos os filmes futuristas e ter um design transparente. Para conferir outros detalhes, clique aqui.

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