previsão do mercado: As promessas da TV 3.0 

bizi | 07.10.25

A TV 3.0 está chegando cada vez mais perto de sua data de estreia e tudo o que queremos são spoilers desse lançamento histórico.

Com nome técnico de ATSC 3.0 ou até mesmo DTV+, a TV 3.0 é o próximo estágio da TV aberta no Brasil e foi regulamentada recentemente, quando o Decreto nº 12.595/2025 foi assinado pelo presidente Lula em agosto deste ano.

O Tecmundo descreveu o novo momento como “um streaming turbinado”, com usabilidade bastante parecida com uma Smart TV atual, inclusive na exibição de canais, mas sem depender exclusivamente da internet. 

Entre as novidades estão:

  • Melhoras na imagem, com transmissão em 4K e até 8K;
  • Áudio aprimorado e mais imersivo;
  • Recursos de acessibilidade, como legendas, audiodescrição e libras, e interatividade sem precedentes.

E o ponto alto: os canais poderão oferecer interações ao vivo, de acordo com a programação, com publicidade segmentada e integração com plataformas digitais.

“Por exemplo, em um dia de votação do BBB na Globo ou da Fazenda na Record, será possível votar diretamente pela TV, sem precisar usar o celular. Viu uma roupa que um ator ou atriz está usando? Se a emissora optar por isso, poderá exibir um link para compra do produto diretamente na tela. Perdeu metade da novela? Você poderá voltar ao início ou até mesmo a uma cena específica em poucos segundos.”
— Tecmundo

Imagina a festa que Vale Tudo não faria aqui?

Aliás, por falar em grandes eventos, a previsão é que a TV 3.0 estreie em 2026, antes da Copa do Mundo.

Segundo a Propmark, a lógica de compra de mídia deve se tornar mais parecida com modelos do digital, o que inclui mais precisão, distribuição e direcionamento.

“Em teoria, teremos a união do alto alcance da TV aberta com a precisão de segmentação dos canais digitais. Isso significa trazer a TV para todas as etapas do funil de comunicação, não apenas o topo. Agora, se a TV 3.0 será mais ou menos competitiva, dependerá de como o mercado adotará o meio e como serão as entregas do conteúdo publicitário.”
— João Oliver, professor de comunicação e publicidade da ESPM

O Brasil é o quarto país do mundo a implementar o sinal e o primeiro na América do Sul. Mas, com a antecipação, vêm também os desafios: o tempo para completar a transição para a TV 3.0 deve levar pelo menos 15 anos, segundo o governo federal. 

No entanto, as promessas continuam segurando o hype.

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