bizi | 30.09.25

Mais do que um tutorial romântico, o Bizi de hoje está cheio de insights para conquistar: da empatia no atendimento à autenticidade nos conteúdos, vem aprender a conquistar um cliente (ou muitos) para sempre. <3 Nesta edição, você confere detalhes do gap da empatia, a nova plataforma de anúncios própria do ChatGPT, as empresas mais inovadoras do Brasil, a relação entre creators e seus seguidores e muito mais.

Algumas pessoas preferem qualidade, outras, confiança, mas para a maioria dos brasileiros, o atributo mais importante de uma marca é se preocupar de verdade com seus clientes.
Aliás, o estudo global “Addressing the Empathy Gap”, feito pela Zurich Insurance Group em parceria o YouGov, mostrou que o Brasil é um dos países que mais leva essa empatia em consideração:
Nessa preferência, nosso país fica atrás apenas do Chile (89%), empatado com Portugal (86%).
Confira mais dados sobre o que conquista os brasileiros:

Pode até passar despercebido, mas o estudo aponta que pequenos atos de gentileza e empatia tem um grande impacto na experiência de consumo.
De acordo com a empresa, em um mundo que gira cada vez mais em torno da IA, nossa necessidade de conexão humana aumentou e as empresas que entenderem isso terão uma vantagem competitiva importante.
E por aí, a empatia já faz parte das suas estratégias?

Recentemente, falamos aqui no Bizi sobre a chegada dos anúncios nas ferramentas de IA — algo que, sinceramente, não achamos que ia demorar tanto.
Na época, julho deste ano, quem liderava esse movimento era a Perplexity AI, mas com a chegada desse player, tudo pode mudar.
Como descobriram isso? Além dos indícios do mercado, basicamente, a OpenAI divulgou uma vaga no Glassdoor: Growth Paid Marketing Platform Engineer, algo como um “engenheiro de growth (crescimento) e mídia paga para plataformas de marketing”.
Um dos trechos do anúncio fala:
E, ao que parece, eles já encontraram esse profissional, pois a vaga agora aparece como expirada.
Vale lembrar que já faz algum tempo que a big tech vem explorando essa área, principalmente depois da criação do ChatGPT Growth Team. O novo time é dedicado às iniciativas de marketing e crescimento, tanto da ferramenta quanto da companhia.
Por enquanto, o plano vai bem. Depois da contratação de executivos com experiência em publicidade, testes de integrações e parceria com a Apple, o número de usuários cresceu 4x mais que em 2024.
Vale lembra também que, se finalizar esse arco, o ChatGPT deixa de terceirizar suas campanhas para gigantes como Google e Meta. Assim, ele passa a ser uma opção de mídia interessantíssima para anunciantes: atualmente, o chat conta com mais de 700 milhões de usuários ativos semanais.
De acordo com o AdWeek, essa possibilidade marca a transição de uma empresa que começou como um laboratório de pesquisa sem fins lucrativos para uma atuação focada na geração de receita para a OpenAI.
O que acha dessa virada de chave?
E por falar em anúncios, a OpenAI iniciou uma campanha global para o ChatGPT (talvez uma das últimas “fora de casa”), veiculada nas redes sociais, streamings e em horário nobre na TV norte-americana.
O objetivo é mostrar o uso do chat em situações cotidianas, como cozinhar um prato especial, montar uma rotina de exercícios, ou planejar uma viagem especial. Dois pontos interessantes são: 1) a produção foi feita por humanos, com mínimo uso da IA, e 2) a campanha conta com mídia tradicional offline, como outdoors.
Nesta semana também, a empresa lançou novas ferramentas de controle parental para adolescentes, incluindo bloqueio de conteúdos gráficos, interações com cunho sexual ou de violência e até notificações sobre conversas contendo temas sensíveis como automutilação ou suicídio.
Vale lembrar que o último tópico se tornou uma preocupação recente, após casos onde bots parecem ter incentivado esses atos, como a Fast Company detalhou aqui. (Antes de conferir, atenção: esse conteúdo pode ser sensível ⚠️)
Segundo a Exame, para que os novos recursos sejam ativados, tanto pais quanto adolescentes precisam aceitar o vínculo de contas.
Por fim, em uma entrevista à Axel Springer Global Reporters Network na semana passada, o chefão da OpenAI, Sam Altman, disse que a IA vai substituir de 30% a 40% das tarefas ao nível global “em um futuro não muito distante”. Segundo ele, alguns empregos mudarão radicalmente, alguns novos surgirão e alguns deixarão de existir.
O que acha disso?

Nesta semana, o MIT Technology Review Brasil revelou as empresas mais inovadoras do país, também chamadas de Innovative Workplaces 2025, que tem a inovação como parte de sua cultura, processos e resultados.
A metodologia da plataforma considera o porte e o setor de cada empresa inscrita e faz análises quantitativas e qualitativas com executivos de gestão, marketing, processos e produtos.
Para escolher quem fará parte da lista, o MIT Technology Review usa alguns critérios, divididos em duas frentes principais:
Nesta quarta edição da lista, confira quem são as selecionadas:

Agora, alguns dados sobre essa seleção:
Segundo André Miceli, CEO da MIT Technology Review Brasil e coordenador da pesquisa, as empresas inovadoras vem crescendo no Brasil, representando um amadurecimento do mercado.
Curtiu a lista? Concorda com as selecionadas? Compartilhe com a redação suas impressões.

Já falamos nesta edição sobre o que conquista os brasileiros nas marcas. Mas e nos creators?
Um levantamento da Orbit Data Science mostrou que o que mais atrai e engaja o público é a autenticidade:
Da mesma forma, os pontos que mais afastam o público são:
Segundo o estudo, todos comprovam que a confiança pode se romper rapidamente. Isso acontece quando, na percepção do público, um creator não entrega substância, não respeita sua inteligência ou parece agir por autopromoção.
Vale lembrar que não só os influenciadores correm riscos, mas também as marcas e agências envolvidas.
A Orbit Data Science analisou mais de 1.200 conversas no X e Bluesky entre agosto de 2024 e agosto de 2025.
Segundo o Censo Criadores de Conteúdo do Brasil (Wake, 2025), o Brasil conta com cerca de 14 milhões de influenciadores. A previsão é de que esse mercado global deve movimentar US$480 bilhões até 2027.
E a melhor forma de explorar esse fenômeno é a construção de comunidades, com proximidade real e representação genuína, ao invés do alcance massivo.
Enfim, as conclusões da pesquisa foram:
(Fonte: A creator economy e o futuro dos influencers, Orbit Data Science)
E aí, concorda com esses dados? Depois conta pra gente o que mais gera conexão com os creators na sua opinião.
👍 Como influenciadores oficiais do seu consumo de notícias, esperamos que você tenha gostado e aprovado essa curadoria. Voltamos na próxima sexta-feira com muito mais!
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