bizi | 17.07.26

Quando a gente pensa em marketplace, normalmente vêm à cabeça Amazon, Mercado Livre ou Shopee. Mas a próxima onda desse modelo pode estar bem longe do varejo.
Um levantamento da Next Move Strategy Consulting projeta que o mercado global de marketplaces digitais deve movimentar US$ 2,29 trilhões até 2035, crescendo cerca de 11,5% ao ano.
A diferença é que o crescimento agora não deve vir da venda de produtos, mas da digitalização de setores tradicionalmente burocráticos.
Estamos falando de mercados como saúde, educação, imóveis, serviços financeiros, logística e até serviços jurídicos, onde processos presenciais e cheios de intermediários começam a migrar para plataformas que conectam a oferta e a demanda em um só lugar.
Foi exatamente isso que aconteceu com o Airbnb na hospedagem, o Uber na mobilidade e o iFood na alimentação. O valor deixa de estar apenas no que é vendido e passa a estar em conectar pessoas, parceiros e dados.
Para as marcas, essa mudança também altera a lógica do marketing: em vez de disputar apenas atenção, cresce a necessidade de construir confiança, incentivar avaliações, facilitar descobertas e criar experiências que façam consumidores e fornecedores continuarem dentro da plataforma.
E quanto mais participantes ativos, maior o valor do marketplace.
Se a projeção se confirmar, a próxima década pode consolidar um movimento que já começou: empresas deixando de vender apenas produtos para criar ambientes onde negócios inteiros acontecem.
E a sua marca? Ela está preparada para participar de um marketplace ou para se tornar um deles?
Para acessar o estudo completo, clique aqui.
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