bizi | 17.07.26

Um gol recriado pela IA. A historiadora brasileira Anita Lucchesi e sua equipe usaram inteligência artificial do Google para reconstruir, pela primeira vez em vídeo, um gol histórico de Pelé que nunca havia sido registrado por câmeras. A tecnologia combinou relatos da época, fotografias e modelagem 3D para recriar a jogada. Ao todo, foram mais de 2.000 registros históricos reunidos para que isso fosse possível.
O mercado editorial está cada vez mais feminino. As mulheres seguem ampliando seu espaço na literatura brasileira, tanto como autoras quanto como protagonistas das estratégias das editoras. O movimento reflete mudanças no perfil dos leitores, impulsiona novos gêneros e mostra como a diversidade deixou de ser apenas pauta cultural para se tornar também uma oportunidade de negócio.
Copa do Mundo na telona. Depois de transformar transmissões esportivas em entretenimento digital, a CazéTV leva a Copa do Mundo para os cinemas em parceria com a UCI. A iniciativa reforça uma tendência que já aparece em shows e grandes eventos, transformando conteúdos ao vivo em experiências presenciais capazes de reunir comunidades e criar novas oportunidades para patrocinadores e anunciantes.
IA que virou recall. A Meta lançou o Muse, IA que criava imagens realistas de qualquer pessoa apenas com o @ do Instagram. Só que a ideia foi vista como um atalho para a criação dos famosos deepfakes e saiu do ar em menos de duas semanas, mostrando que, às vezes, o maior desafio da IA não é a tecnologia, é o bom senso mesmo.
São Paulo ganhou um mascote. Criado por Mauricio de Sousa, o Paulistinha celebra os 471 anos da capital com 91 esculturas espalhadas pela cidade, além de gibis gratuitos e ações culturais.
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