bizi | 24.07.26

Chegamos ao segundo semestre de 2026 e, como era de se esperar, novas tendências começam a aparecer no radar das marcas.
Para entender o que pode ganhar força nos próximos meses, o Ad Age ouviu estrategistas, executivos e líderes de agências ao redor do mundo. O resultado é um retrato claro de consumidores que estão mudando a forma de comprar, viajar, confiar e até gastar dinheiro.
Entre os movimentos apontados estão o retorno da propriedade física, a busca por credibilidade em vez de autenticidade, as viagens guiadas por interesses e o crescimento dos gastos com pets.
Trouxemos um resumo de cada um deles para você ficar de olho:
📀 O retorno da propriedade física. Depois de anos apostando no digital, cresce o interesse por itens que podem ser guardados, colecionados e que realmente pertencem ao consumidor. Isso significa que Blu-rays, edições físicas de jogos e produtos colecionáveis voltam a ganhar valor em meio à fadiga digital.
🎓 Credibilidade acima da autenticidade. Ser “gente como a gente” já não basta. Em tempos de IA e desinformação, os consumidores querem ouvir quem realmente entende do assunto, de dermatologistas e baristas a especialistas e funcionários que vivem a experiência na prática.
✈️ Férias movidas por interesses. Principalmente entre a Geração Z, o destino deixou de ser o único protagonista da viagem. Cada vez mais pessoas escolhem para onde vão a partir de um festival, um restaurante, uma livraria, um brechó ou qualquer experiência que faça sentido para seu estilo de vida.
🐶 Os pets viraram prioridade financeira. Com casa própria e filhos ficando para depois, muitos jovens passaram a investir mais nos animais de estimação. A pesquisa da Harris Poll mostra que 77% da Geração Z e dos Millennials mantêm um orçamento exclusivo para os pets, e muitos não abrem mão desses gastos, mesmo em períodos de aperto financeiro.
Em resumo, tanto o estudo da Rakuten Advertising quanto as tendências da Ad Age deixam claro um cenário repleto de oportunidades para as marcas: o consumidor continua gastando.
Mas, antes de abrir a carteira, ele está escolhendo melhor em quem confiar, quais experiências viver e o que realmente vale a pena levar para casa. Para as marcas, entender essas mudanças pode ser a diferença entre fazer parte da decisão ou ficar de fora dela.
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