bizi | 19.06.26

Todo mundo já ouviu falar de males que vêm para o bem, certo? De certa forma, podemos dizer que foi isso que aconteceu com a Levi’s nessa Copa.
Acontece que a FIFA tem uma regra bem rígida de proteção às marcas patrocinadoras do evento, que proíbe a exposição de qualquer outra que não esteja nessa lista. Isso envolve desde a divulgação de marcas nas comunicações oficiais até o naming rights dos estádios.
Como consequência, durante a edição de 2026, grandes arenas precisaram ser temporariamente rebatizadas.
Foi assim que o famoso Levi’s Stadium virou San Francisco Bay Area Stadium. Mas o que poderia ser uma frustração virou uma oportunidade.
Ao ter que cobrir fisicamente seu logotipo no estádio, a Levi’s brincou com a tentativa de censura e até alterou suas fotos de perfil nos canais digitais para um logo “embrulhado” em lona branca.
No universo do marketing, isso é chamado de “Efeito Streisand”, que é quando a tentativa de esconder, censurar ou remover uma informação atrai ainda mais atenção do público.
Ao invés de apagar a marca, a ação da FIFA acabou gerando um enorme volume de buzz orgânico nas redes sociais, com torcedores engajando ativamente com a brincadeira da fabricante de jeans.
Ou seja, mesmo fora das captações oficiais da FIFA, a Levi’s não somente não saiu do imaginário coletivo, mas continua fazendo parte da conversa, de forma ainda mais autêntica e espirituosa.
Você já tinha reparado nisso? A partir de agora, achamos que vai ser difícil de ignorar, rs.
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