bizi | 21.11.25

Vamos falar mais um pouco sobre a geração Z?
Enquanto muita gente ainda pensa nessa geração como crianças, a GenZ já tem seus vinte e poucos, seus próprios conflitos com o trabalho (como sabemos bem) e a maior taxa de educação entre todas as gerações, mas também a menor autonomia financeira.
De acordo com um estudo do Banco Mundial, esse é quase um paradoxo. Mesmo com o aumento da escolaridade e a diminuição da taxa de pobreza entre a geração, sua capacidade de formar famílias e acumular riquezas não acompanhou essa melhora.
Para o economista sênior da Prática Global de Pobreza e Equidade do Banco Mundial, Hernan Winkler, isso se deve a um conjunto de fatores.
Principalmente na América Latina, os desafios envolvem:
Tudo isso limita o desenvolvimento de habilidades e a capacidade de acumularem riqueza. Segundo o Bloomberg Linea, “a capacidade da geração Z de enriquecer depende cada vez mais de sua capacidade de se adaptar às novas demandas do mercado”.
De acordo com Glen Steward, fundador da Steward Investment Capital, esses novos mecanismos deram origem a um tipo de riqueza totalmente novo, em uma idade muito mais jovem, inclusive.
Mas a principal diferença é que, enquanto as gerações mais velhas pensavam em acúmulo de capital, para a geração Z a riqueza está muito mais relacionada à liberdade, flexibilidade e propósito. Ou seja, experiências, sustentabilidade e considerar o impacto em vez de retorno vai muito além de uma poupança cheia.
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