inside: IA NOSSA DE CADA DIA

bizi | 14.11.25

Nem dá pra chamar de hype ou novidade mais. A inteligência artificial é oficialmente parte das nossas conversas, das nossas empresas e das nossas tarefas cotidianas. 

Como bem dissemos nesse post, a pergunta não é mais “será que a IA vai nos substituir?”, mas sim “o que podemos aprender com essa nova tecnologia?”.

E foi pensando nisso que reunimos esses insights:

Humano & IA

“Quando a média do ser humano passa a ser produzir um filme por dia com a ajuda da IA, qual é o nosso diferencial?”

Esse foi um dos questionamentos que Christian Rôças (Flint) trouxe, ao lado de Janaina Augustin (Gullane) e Renata Decoussau (IBM), em um painel sobre humanos + IA — não contra.

O painel definiu que uma das maiores colaborações da IA foi trazer escala e viabilidade para os criativos. Agora, o desafio — e o nosso verdadeiro diferencial perante a tecnologia — é testar e aprender, mas também escutar o público, trazer sensibilidade e transformar essa interação em um diálogo criativo.

Uma nova espécie

Neil Redding, da Redding Futures, começou sua apresentação com uma frase provocante: 

“Segundo Peter Diamandis, até o final da década (2030), haverá 2 tipos de empresas: as que adotaram a IA e as que não existirão mais.”

O quase-futurista apresentou a IA como uma nova espécie que não estabelece uma relação invasiva ou parasitária com os humanos, mas simbiótica — ou seja, de colaboração e ajuda mútua.

Nesse cenário, enquanto ajudamos a tecnologia a evoluir, passando do prompt à co-criação, ela também ajuda a desenvolver capacidades, explorar possibilidades antes impensadas e trazer resultados de verdade aos nossos negócios.

Pensamento crítico is the new black

Uma das palestras mais esperadas de todas as edições do RD Summit é sempre a que Martha Gabriel apresenta — e nem precisamos explicar o porquê, não é mesmo? 

Segundo a autora, estamos “pensando mal”. A tecnologia nos ajudou a pensar mais, mas não necessariamente melhor, porque ela acelerou as coisas em um ritmo que muitas vezes não conseguimos acompanhar e, por isso, acabamos terceirizando o ato de pensar.

Para reverter isso, precisamos desenvolver o pensamento crítico, a autonomia e a ambiguidade (o contexto, nossa grande força para enxergar o mundo), dedicando tempo e atenção (os verdadeiros artigos de luxo do século XXI) para pensar sobre nossas decisões, tarefas e estratégias. Dessa forma, a tecnologia potencializa nossas capacidades, mas se a usarmos antes de pensar por conta própria, nos tornamos dependentes dela.

Segundo Martha, o que pode acabar com os empregos não é a IA, mas a falta de adaptabilidade.

“Não é sobre novas profissões, é sobre novos profissionais. Produtividade não é sobre fazer as coisas em menos tempo, mas fazer melhor. Hoje, por exemplo, eu não escrevo livros mais rápido — às vezes, é até mais devagar, porque eu penso mais —, mas eu escrevo melhor.”

Para isso, a especialista ainda deixou três caminhos:

  • Praticar o “ceticismo amável”: saber fazer perguntas e exercitar isso;
  • Superar os vieses cognitivos — são cerca de 75 vieses mapeados!;
  • Trazer mais diversidade, argumentação e repertório para nossas equipes e conversas. Afinal, “a diversidade é alimento para o nosso pensamento crítico”.

PRA GUARDAR NO BLOCO DE NOTAS


RELEMBRANDO O QUE É IMPORTANTE E CHECANDO AS NOVIDADES

No maior evento de marketing e vendas da América Latina é exatamente isso que buscamos encontrar, é claro. Mas não os mesmos dados e frases-prontas que você vê no LinkedIn todo dia. 

É sobre esses aprendizados essenciais e essas novidades que vamos falar agora.

A revolução científica do marketing, com Guta Tolmasquim

Já faz alguns anos que a CEO do Purple Metrics, Guta Tolmasquim, vem apresentando uma abordagem científica para o marketing, aquela que “testa, erra e descobre a cura que, nesse caso, é descobrir o que funciona”.

Segundo ela, esse despertar para o lado científico, dos métodos e da investigação, é como uma revolução de primavera: “essas revoluções são mais orgânicas, um grupo começa a fazer e vai contagiando outros, gradualmente. Isso vai se espalhando e florindo, florindo… A revolução científica do marketing é uma revolução científica por liberdade.”

Experiência do cliente, com Rita Midori

Para Rita Midori, palestrante especialista em CX com passagem por diversos palcos importantes do Brasil, é nos momentos de crise que o nível real da experiência se revela. Em suas palavras: “se um cliente teve uma experiência ruim e, mesmo assim, ele ficou, faça tudo por esse cliente porque ele realmente tem uma conexão com a sua marca.”

Para enfrentá-las, a conselheira deixou 3 passos essenciais, usando o mesmo acrônimo de Voice Of the Customer:

  • Velocidade: agilidade para estabelecer o primeiro contato. Não precisa ser a resposta definitiva ou uma solução, mas mostrar sua disponibilidade.
  • Ordem: literalmente colocar ordem no ambiente, elencar o que é importante para o cliente naquele momento — às vezes, é “só” um pedido de desculpas.
  • Clareza: a objetividade da comunicação, alinhar todos os pontos, garantir que o cliente entendeu o que aconteceu e quais são os próximos passos.
“Escutar é o ponto de virada da experiência.”

Vendas que funcionam, com Frank Cespedes

Não é sempre que temos a oportunidade de ter uma aula de vendas com um doutor professor da Harvard Business School, então, anote esses insights:

De acordo com Frank Cespedes, o que realmente distingue as empresas é a habilidade de diferenciar, entender e atender diferentes perfis de clientes. Para ele, o sucesso nos negócios começa em saber e conhecer para quem vendemos, e não para quem queremos vender (o consumidor dos sonhos ou aquele que aspiramos). 

O professor também trouxe uma nova visão sobre a produtividade do time de vendas: não é só o número de ligações que fazemos ou portas que batemos, mas o produto obtido a partir da capacidade do time, taxa de fechamentos e lucros. 

Aumente a capacidade do time com:

  • Mais ligações com mais tempo = melhor geração de leads
  • Mais foco nas tarefas, prospects e pessoas de alto impacto

Aumente a taxa de fechamento com:

  • Melhores oportunidades e critérios de seleção: lead scoring
  • Melhor gerenciamento de contas e parceiros: reports integrados

E aumente os lucros com:

  • Melhor precificação, mix de produtos e/ou vendas por cliente
  • Custos de vendas mais baixos e/ou eficiência dos processos internos
  • Gerenciamento da estratégia — ciclo de performance de vendas

Brandformance e Creator Economy, com Sarah Buchwitz

Assistimos alguns conteúdos sobre creators, inclusive palestras feitas por creators no evento, mas selecionamos esse conteúdo para sintetizar sua importância.

Segundo Sarah Buchwitz, conselheira do Grupo Flow, se o branformance (o marketing da relevância + resultado) é a teoria, a creator economy é onde ele acontece na prática, de forma muito fluida. Essa força está baseada em 3Cs: comunidade, criatividade e consistência.

“Relevância, resultado, engajamento? Os creators têm isso naturalmente. Hoje, 73% da GenZ e 68% dos millennials buscam a opinião de creators antes de comprar qualquer coisa.”

De acordo com Sarah, o novo consumidor quer personalização + experiência, velocidade + eficiência, transparência + diálogo. Por isso, o novo marketing precisa de uma transformação:

  • De volume para conexão 
  • De interrupção para relevância
  • De vender para conversar

Transformação digital e cultura de dados, com Guilherme Oliveira

Para Guilherme Oliveira, a transformação digital tem uma fórmula: 80% pessoas e 20% tecnologia. “Não adianta investir em tecnologia se eu não investir em pessoas que saibam utilizá-la.”

Segundo o diretor, existem 5 estágios da maturidade em dados: 

  • Intuitivo, apenas na base do feeling, do “eu acho”;
  • Reativo, você começa a entender mais sobre dados, antes não tinha CRM, agora tem;
  • Analítico, que combina as planilhas com o feeling;
  • Data-driven, que analisa os dados e consegue tomar decisões;
  • Preditivo, que analisa os dados, conta com uma inteligência humana ou artificial e tem insights a médio e longo prazo.

Para ele, a verdadeira transformação digital é sobre pessoas que aprendem e evoluem com os dados.

Branding — como sempre, e mais do que nunca, com Beatriz Guarezi

Se a Bits to Brands não fosse nossa concorrente, poderíamos até dizer que somos fãs. Mas, ao invés disso, trouxemos um resumo de outra palestra muito aguardada no RD Summit: branding sob o ponto de vista da Beatriz Guarezi.

Todos os anos, a especialista traz um overview do branding e de como ele esteve presente em todas as eras do marketing — às vezes empoeirado na prateleira, às vezes no foco.

Mas outra coisa que entrou em foco neste ano foi a IA. As pessoas estão interagindo cada vez mais com a tecnologia e usando essas ferramentas para escolher o que comprar: a pergunta não é mais “qual a melhor opção?”, mas “qual a melhor opção para mim?”

Marcas sempre foram capazes de influenciar, isso não muda nesse novo cenário. 

“As IAs falam sobre porque outras pessoas falaram sobre (como canais de notícia, blogs, etc.). Então, talvez influenciar a IA não seja tão mais difícil do que influenciar pessoas.”

Segundo Beatriz, o papel do branding aqui é criar lugares de identificação e pertencimento entre o real e o virtual. Para Beatriz, o verdadeiro poder das marcas é a possibilidade.

Tendências além da IA, com Priscilla Seripieri

E já que estamos falando de tendências, não tinha como não trazer a palestra de Priscilla Seripieri, da WGSN Mindset, com as previsões para o marketing em 2026, além da tecnologia mais comentada do momento.

Segundo a executiva, 2026 será um ano de redirecionamento, com um grande movimento de polarizações e dualidades, inclusive nas tendências atuais.

De fato, a IA é o foco: até 96% do conteúdo digital será gerado por IA no futuro. Mas, ao invés de conectar, esse movimento tem gerado uma saturação nos consumidores.

Com tanto excesso de informações e estímulos, Priscilla convidou o público a pensar em um marketing plural e multigeracional, com experiências e jornadas que ativem conceitos não tão comuns hoje. Algumas dicas e tendências são:

  • Investir na construção de mundos lúdicos e oferecer “microalegrias” em espaços de compartilhamento;
  • Facilitar a polinização das marcas, alimentando fandoms e comunidades;
  • Recriar narrativas com nostalgia e reinventar tradições;
  • Investir no apelo sensorial: 82% dos consumidores globais esperam que o maior número de sentidos seja ativado ao experimentar produtos;
  • Trazer criatividade intencional e cuidar com a sobrecarga de IA. Pense em como você pode usar a tecnologia com mais qualidade ao invés de quantidade, explorar novas opções e se conectar com o consumidor. 

PERFORMANCE QUE NÃO É ACASO, A NOVA ERA DA PRESENÇA E O ENCONTRO DA IA COM A HUMANIZAÇÃO

E é claro que não poderia faltar nesse Bizi os conteúdos mais importantes do nosso line up de evento: as palestras da Layer Up.

Olha, não é por nada não, mas dessa vez, nossos layers lotaram plateias, apresentaram dados impressionantes, emocionaram e geraram conversas muito além do nosso estande. Fique aqui com um resumo de cada uma para conferir, relembrar e te auxiliar nas suas estratégias.

Performance que não é acaso: como a Layer Up transformou dados em recordes reais de vendas e ROI

A primeira palestra foi um conteúdo cheio de dados (literalmente) e muitos insights preciosos de Eric Porto, CSO e sócio da Layer Up.

Segundo Eric, o atual problema das empresas não é a falta de dados, mas a falta de compreensão sobre eles. Não é porque são dados que se trata de uma ciência exata — se não, todo mundo performaria. Analisar os dados é reduzir o acaso, mas ainda saber que ele imprevistos podem acontecer.

“Quem só reporta o que aconteceu não toma decisões — e um bom analista de dados precisa tomar decisões.”

Na palestra, Eric deixou um ciclo com 5 passos para uma boa análise:

1. Sinal: escolher as métricas que importam, de acordo com o objetivo do negócio, e como classificá-las.

2. Padrões: sem dimensão, todo número vira opinião, e não é isso que queremos quando estamos analisando dados. Com a análise evolutiva nos padrões é possível enxergar as tendências.

3. Tendência: agora, sim, começa a construção de discurso para uma provável direção e contexto. 

4. Hipóteses: é aqui que você quer chegar, mas não é o fim. Segundo Eric, o objetivo da análise é definir hipóteses, a partir de argumentos lógicos. Portanto, “se você realiza análises e tira conclusões, você está errado”.

Para o nosso CSO, a análise não é o momento de ser correto, mas hipotético. É nas margens de erro que continuamos caminhando e evoluindo.

5. Cenários: é aqui que olhamos para o provável, e o que pode ser possível. A partir daí, testamos, validamos, vamos para a próxima hipótese e assim por diante.

“Se a sua análise não está trazendo os próximos passos, você está apenas reportando, e profissionais estratégicos precisam direcionar.” 

O funil morreu. E agora? Como líderes de marketing podem crescer na era da presença inteligente

Um título assim só poderia gerar um conteúdo igualmente impactante. E a palestra de Samira Cardoso, nossa CEO e cofundadora da Layer Up, foi isso mesmo.

Antes que você pense que a executiva é uma hater do funil, calma lá. Samira explicou que esse modelo funcionou por anos e nos trouxe até aqui, conectando o processo da empresa com a mentalidade do cliente. Mas hoje, ele simplesmente não funciona mais. A realidade é:

  • 97% dos esforços do funil tradicional não geram negócio (Leadster);
  • Os consumidores interagem com mais de 500 pontos de contato digitais antes de uma compra de alto valor (Think with Google);
  • E 73% dos consumidores usam múltiplos canais simultaneamente em sua jornada (MarTech).

Segundo nossa CEO, depois da era da interrupção e da era da performance, hoje vivemos a era da presença inteligente, onde é preciso ser relevante e eficiente em todos os pontos de contato. 

Nessa nova era, Samira apresentou algo realmente inédito: se o funil não funciona mais, agora o que representa a jornada do consumidor é a constelação.

No novo mapa, ao invés de etapas, temos estrelas que formam centros de gravidade:

  • Projeção: awareness
  • Exploração: consideração
  • Ressonância: preferência
  • Conquista: decisão
  • Conexão: fidelização

Em cada um desses centros, existem KPIs, canais, desafios e desejos específicos. Depois disso, nossa CEO ainda apresentou 6 pilares detalhados, que vão da estratégia à execução para a alta eficiência de marketing.

E, antes que a gente se esqueça de formalizar: sejam bem-vindos à Era da Presença Inteligente.

Entre razões e emoções: o encontro dos agentes de IA com a humanização do marketing

Por último, mas não menos importante, o Diretor de Marketing da Layer Up, Gabriel Bearzi, apresentou o ponto de equilíbrio entre IA e humanização para setar de vez nossas expectativas e planos para o futuro dessa relação.

Nosso diretor começou com uma provocação interessante: existem lugares que a IA atua, que é impossível a gente alcançar, como prever intenções e padrões de compra, criar em escala e também interagir em escala, graças aos chatbots e agentes.

Então, o que continua sendo nosso?

Segundo ele, “as IAs libertam o tempo para refletir, experimentar, errar e criar de verdade. E tempo era o que mais faltava para o marketing moderno.”

A estratégia é usar esse tempo para gerar o que nenhuma máquina consegue: conexão de verdade com o público.

“A inteligência artificial democratiza muita coisa, mas a capacidade humana se conecta com outras pessoas pela emoção.”

Alguns dados para trazer a esperança na humanização de volta:

  • 83% dos consumidores escolhem marcas com base em seus valores;
  • 70% deles desejam interações mais humanizadas com as marcas;
  • E 57% ainda dizem que aumentariam sua fidelidade a marcas que apresentassem uma abordagem mais humanizada.

Para Gabriel, o futuro não é IA versus humano; é IA com o humano. Seja libertando tempo para os criativos, auxiliando a entender os dados, ou melhor: dando significado e propósito a eles.

“Entre a razão dos algoritmos e a emoção das histórias, está o coração do marketing. E esse coração, é e sempre será humano.”

Sabemos que é muita coisa pra absorver, mas a boa notícia é que todas as apresentações utilizadas pelos nossos layers estão disponíveis gratuitamente aqui

Bom proveito — e de nada!


MAIS INSIGHTS IMPORTANTES

💡 No painel “Sempre foi sobre pessoas: a verdadeira transformação digital”, conduzido por Pedro Bial, Laércio Consentino (TOTVS) e Bruno Camargo (FAIRFAX) falaram que hoje vivemos um momento sem precedentes na história: o casamento da tecnologia com o propósito.

💡 Em uma conversa sobre posicionamento, ação e transparência em causas sociais, Eduardo Paiva (Grupo L’Oréal no Brasil), Cintia Santana (Instituto Entre o Céu e a Favela) e Roger Cipó (Cipó Produções Criativas) chegaram à conclusão de que hoje é preciso mais do que incluir, mas reformatar as empresas para abraçarem a diversidade que existe no país. Para Eduardo, “diversidade são valores e valores são inegociáveis.”

💡 Ainda nesse tema, no painel “Esse negócio chamado Brasil: repertório cultural como diferencial competitivo”, Potyra de Lavor e Ana Amélia Nunes (IDW) concordaram com Roger Cipó sobre a importância de ter pessoas distintas e de diferentes culturas para trazer visões reais para cada projeto. No fim, quem consegue trazer essa diferenciação vende mais.

💡 E por falar em diferenciação, Chico Barney (Colunista e apresentador) e Samantha Almeida (Globo Comunicação e Participações) falaram sobre a transformação das novelas pelas redes sociais e vice-versa. Segundo Samantha, “o conhecimento é circular: assim como a TV ensinou as redes sociais a fazerem conteúdo, agora as redes ensinam a TV sobre formatos.” E é nesse clima que vem aí a primeira novelinha da emissora no TikTok!
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