última news: Horror é não abrir essa news

bizi | 31.10.25

Neste Halloween, só tem uma coisa que pode verdadeiramente assustar a redação: a gente ter preparado essa curadoria toda pra você não ler. 💀 Chega os pelinhos do pescoço arrepiam! Vem conferir a news, vai? Prometemos ser breves e indolores.

Nesta edição você vai conferir:

Tudo o que aconteceu na semana e você estava muito bizi pra ver: da primeira frota da BYD fabricada no Brasil, ao histórico valor de mercado da Nvidia.

Data nossa de cada dia: a nova relação do brasileiro com o dinheiro, do Itaú com a Consumoteca.

Put@ case, meo: atletas olímpicos pela sustentabilidade, a bandeira preta do SOS Oceano, caminhas para celular da Ikea e pacto sobre skincare do Boticário.

Vigiai e trabalhai: as novidades do Microsoft Teams e da Amazon para o mercado de trabalho.

Como cada geração consome, de acordo com o novo estudo sobre hábitos segmentados por idade, da Conversion em parceria com a mLabs.

As novidades mais quentinhas da semana, das novas novas ferramentas de IA do TikTok e Pinterest, ao Nubank como empresa mais valiosa do Brasil.


VIEW E REVIEW: Enquanto você estava muito bizi para acompanhar o noticiário…

Elétricos do Brasil

A primeira leva de carros da BYD produzidos em Camaçari, na Bahia, finalmente saiu! No dia 23 de outubro, um lote de 55 unidades do Dolphin Mini viajou 1.400km até Brasília.

E essa é só uma parte do avanço da montadora chinesa no Brasil. Segundo o Canaltech, “a marca lidera com folga o mercado de veículos elétricos: sozinha, a BYD representa cerca de 80% de participação”. O próprio modelo Dolphin Mini já alcançou uma média de mais de 3 mil emplacamentos por mês.

Lula & Trump

A semana começou com o esperado e muito comentado encontro entre os presidentes Lula e Trump, no último domingo, 26. Um dos temas principais foi o pacote de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.

Caso você não tenha visto nenhum post ou meme sobre a reunião (o que, sinceramente, achamos bem difícil, rs), a gente resume. A começar que o encontro foi positivo e já está gerando movimentações.

  • Em uma coletiva de imprensa na segunda-feira (27), o presidente Lula declarou sua expectativa de chegarem a uma “solução definitiva” em poucos dias;
  • O Meio & Mensagem listou aqui algumas reações da indústria brasileira ligada ao comércio;
  • Já na quarta-feira (29), o Senado estadunidense aprovou um projeto a favor do fim das tarifas. Apesar da expectativa de ser barrado nas próximas etapas, esse já é um sinal de que o fim das tarifas está próximo.

90 anos de histórias

Também na segunda-feira foi o aniversário de 90 anos de Maurício de Sousa, o criador da querida Turma da Mônica.

Desses 90, são 66 anos de profissão, se contarmos a partir da fundação da Maurício de Sousa Produções, hoje MSP Estúdios. A empresa cuida de mais de 4 mil produtos licenciados, mais de 150 empresas parceiras e uma infinidade de histórias em múltiplos formatos.

Aqui tem um artigo muito interessante da Exame, sobre a trajetória pessoal e da empresa, e aqui está o trailer de “Mauricio de Sousa – O Filme”, com a história do cartunista interpretada pelo próprio filho, Mauro Sousa. Vale lembrar que o filme está em cartaz e essa já pode ser sua dica cultural do fim de semana.

5x trilionária e contando

A Nvidia, uma das empresas mais hypadas da atualidade (e com razão), acaba de conquistar seu quinto trilhão. A partir de quarta-feira (29), a empresa não somente superou os US$ 5 trilhões em valor de mercado, como foi a primeira do mundo a fazer isso.

Uma das principais causas foi o movimento que a empresa realizou nos últimos anos, saindo de fabricante de chips gráficos para se tornar um dos maiores e mais importantes nomes do mercado de IA. Só pra ter ideia, desde o lançamento do ChatGPT em 2022, o valor das ações da Nvidia saltou 12 vezes (CNN). E, aparentemente, esse é só o começo.


DATA NOSSA DE CADA DIA: 83% dos brasileiros buscam novas formas de lidar com suas finanças

Tabu, necessidade, desejo ou polêmica? Falar de dinheiro sempre foi uma pauta delicada, mas os brasileiros estão desmistificando isso igual ao rendimento da poupança: um pouquinho de cada vez.

O estudo “Consciência e Prosperidade: a nova relação do brasileiro com o dinheiro”, feito em uma parceria entre Itaú Unibanco e Grupo Consumoteca, analisou as mudanças do comportamento financeiro nos últimos 45 anos.

E uma das principais transformações foi: enquanto gerações mais velhas priorizaram por décadas a estabilidade em meio a um cenário econômico instável, agora, as gerações mais jovens estão em busca de bem-estar financeiro, ou seja, a tal prosperidade.

De maneira geral, os brasileiros estão mais atentos a essa relação.

  • 83% das pessoas buscam novas formas de lidar com suas finanças, priorizando diversificação, autonomia e estratégias inteligentes de investimento;
  • Cerca de 80% acreditam que o ato de investir é essencial para garantir o futuro;
  • E 78% não sentem mais desconforto em falar sobre dinheiro, rompendo um tabu histórico.

A busca por autonomia e bem-estar financeiro é motivada por 4 pilares principais:

  • Controle
  • Resiliência
  • Liberdade de escolha
  • Planejamento

Esse comportamento é ainda mais evidente nas gerações mais novas: 

  • Oito em cada dez jovens da Geração Z acreditam que terão um padrão de vida superior ao de seus pais.

E até a inteligência artificial ganhou espaço nesse novo cenário:

  • Dois em cada três brasileiros gostariam de contar com a IA como copiloto, oferecendo relatórios e conselhos para terem decisões financeiras mais conscientes. 

De acordo com Michel Alcoforado, sócio-diretor do Grupo Consumoteca, isso demonstra uma mudança filosófica e silenciosa na forma como encaramos as finanças.

“O dinheiro deixou de ser só uma questão econômica. Ele fala sobre quem somos, o que tememos e o que sonhamos.”
— Michel Alcoforado 

Sua relação com as finanças também mudou nos últimos anos? 

+ Dados para conferir:

🎲 Economizar gastando. Por falar em brasileiros e suas finanças, a Fast Company apontou um curioso conceito: com a Black Friday chegando, com previsão de vendas de R$ 13,34 bilhões (acima de 2024), o consumidor brasileiro quer economizar gastando, ou seja, aproveitar as ofertas, mesmo com dívidas e crise no bolso.

🎲 Omo e Nike são Top do Top — e nem somos nós que estamos dizendo. Na pesquisa Top of Mind 2025, da Folha de São Paulo, com 18 categorias e cerca de 90 marcas, Omo e Nike foram as mais lembradas pelo público, sem especificar tema, produto ou serviço. Mas isso não é nenhuma novidade, já que ambas dividem esse topo desde 2013. Confira o ranking completo aqui.


PUT@ CASE, MEO: Um resumo das melhores campanhas da semana, na opinião da redação

Esporte X Clima

As atletas brasileiras Tamires Dias (futebol), Maya Gabriela (surfe) e Beatriz Haddad Maia (tênis) se uniram a outros 37 esportistas de elite contra um dos maiores inimigos do esporte: a crise climática

Além desse suporte, a campanha global da ong Adapt2Win também tem o apoio da Fundação Gates e Wellcome Trust, e será apresentada na COP30, pedindo mais investimento dos governos na causa. A mensagem é simples: “esta pode ser a pior derrota da história ou a maior virada de todos os tempos”.

Sem azul, não há verde

Ainda no tema sustentabilidade, a campanha de lançamento da coalizão SOS Oceano, criou uma versão alternativa da bandeira nacional para dizer que “sem azul, não há verde”

A SOS Oceano é uma aliança das principais organizações brasileiras em defesa da ampliação da proteção às áreas marinhas do país. Segundo Diego Limberti, Chief Design Officer da Droga5, responsável pela campanha, esse foi o jeito de mostrar que sem vida no mar, não há vida na terra.

“É do encontro entre o azul e o amarelo que nasce a cor que representa nossas florestas. Assim como na natureza: sem o azul dos oceanos, não há o verde da vida na terra. Essa relação cromática se transforma aqui em mensagem. Quando a bandeira perde o azul, ela perde o verde e o vazio visual se torna um alerta.”
— Diego Limberti, Clube de Criação

+ Sustentabilidade em alta:

Aproveitando o tema, a WGSN apresentou uma nova abordagem para a sustentabilidade nas marcas. O relatório “Inteligência de mercado: sustentabilidade com leveza” propõe que as marcas transformem “escolhas ecologicamente corretas em experiências envolventes e recompensadoras que gerem uma conexão emocional profunda e motivem a ação”.

E o timing não poderia ser melhor: 53% das pessoas no mundo estão agora mais preocupadas com as mudanças climáticas do que no ano passado. Além disso, 77% dos investidores individuais querem aplicar em empresas ou fundos que busquem retornos considerando impacto social e/ou ambiental positivo. 

O relatório apresenta uma combinação de dados entre a busca por mais sustentabilidade, efeitos da aprendizagem prazerosa e estratégias que podem ajudar a unir ambos.

Caminhas para celulares

Recentemente, a Ikea lançou uma linha de produtos muito inusitada: a “The Phone Sleep Collection” é uma coleção de camas para o celular, para incentivar seus consumidores a terem noites mais desconectadas.

E mais: as caminhas contam com chips que monitoram o “sono dos celulares” e recompensa com voucher os clientes que conseguem se desvincular dos aparelhos na hora de dormir. 

A coleção foi lançada exclusivamente nos Emirados Árabes Unidos, para clientes selecionados, mas a ideia é transcendente a qualquer cultura. Saiba mais aqui.

Para menores de 18 anos

Se, até pouco tempo atrás, produtos anti-idade eram exclusividade das nossas avós, hoje, a pressão estética está fazendo com que, cada vez mais, pessoas — principalmente meninas — busquem pelo skincare mais cedo.

Por um lado, isso é bom, já que protetor solar e autocuidado nunca fizeram mal a ninguém. Mas acontece que hoje, já se vê adolescentes usando produtos fortes, com ácidos e componentes que a pele jovem definitivamente não precisa.

Foi aí que O Boticário lançou o “Pacto Skincare Responsável”, uma iniciativa sustentada por 3 frentes: produtos livres de disruptores hormonais, educação segura sobre o tema e comunicação responsável. Para saber mais da campanha, acesse aqui.


FRAMEWORK: Vigiai e trabalhai

O já consolidado terror dos trabalhadores, aka Microsoft Teams, anunciou que, em breve, vai conseguir detectar onde o usuário está, a partir de sua rede Wi-Fi.

Pelo que já se sabe, o novo recurso vem desabilitado por padrão, mas pode ser habilitado pela empresa e vai atualizar automaticamente o status de localização quando o usuário estiver presencial.

Segundo a Microsoft, a novidade vem para diminuir a confusão e facilitar a comunicação entre equipes, já que vai determinar exatamente em que prédio o funcionário está, impactando principalmente a rotina de empresas que seguem o modelo híbrido

Porém, a falta de esclarecimentos sobre quais tipos de dado a ferramenta coleta, ou até que ponto isso continua respeitando a privacidade de cada um (até porque, não se sabe se o próprio usuário pode desativar o recurso), tem gerado polêmica — óbvio!

A estreia cabal da novidade está prevista para até o final de dezembro. Mas, até lá, conta pra gente: isso vem pra melhorar ou piorar o atual movimento híbrido-mas-nem-tanto?

Enquanto uns fazem questão dos funcionários…

A Amazon anunciou que vai demitir 14 mil pessoas porque, basicamente, a IA já é capaz de fazer o trabalho delas.

Segundo o Meio & Mensagem, o CEO da big tech, Andy Jassy, já tinha avisado em junho deste ano que “a adoção de ferramentas e agentes de AI levaria a cortes de postos de trabalho, principalmente nas atividades mais rotineiras”. A Reuters, inclusive, apontou que essa dispensa ultrapassaria 30 mil profissionais.

Nas palavras de Beth Galetti, vice-presidente sênior de People Experience and Technology, a IA atual permite que as empresas inovem mais rápido que nunca, tanto em segmentos existentes, quanto novos. E é isso que está acontecendo com a Amazon: uma evolução.

“Estamos convencidos de que precisamos nos organizar de forma mais enxuta, com menos camadas e mais responsabilidade, para avançar o mais rápido possível para nossos clientes e negócios.”
— Beth Galetti, Amazon

É por notícias assim que a gente tende a acreditar nas piores previsões sobre o futuro do mercado. O que você achou?


INSIDE: Como cada geração consome

E, por falar em hábitos segmentados por idade, a Conversion, em parceria com a mLabs, apresentou novos insights sobre os hábitos de consumo com recorte BR e por idade. É o estudo gratuito “A nova jornada de consumo: o consumo por geração no Brasil”.

Quem é fã do Bizi sabe que a gente até tenta, mas o assunto “olha essa GenZ!” sempre volta por aqui. Dessa vez, descobrimos que, analisando Baby Boomers, Geração X, Millennials e Geração Z, o que mais difere entre eles são as ferramentas.

“No momento de descoberta, enquanto 87% da Geração Z encontra produtos no Instagram e 80% no TikTok, 58% dos Baby Boomers ainda utilizam a televisão como canal principal. (…) Durante a etapa de pesquisa, 59,5% da Geração Z utiliza a inteligência artificial, comparado a 31% dos Boomers.”
— A nova jornada de consumo, Conversion + mLabs

Segundo o estudo, o consumo é fragmentado por idades, mas unificado pela busca de conveniência e confiança — embora isso tenha significados diferentes para cada idade.

  • Enquanto para os mais jovens isso significa respostas imediatas e fluidez na jornada, para os mais velhos é segurança, reputação e legitimidade.
  • E também, enquanto os mais velhos continuam tomando suas decisões a partir dos canais tradicionais, a IA cresce cada vez mais entre os mais jovens como um consultor de compras, seja para recomendações ou comparações. 39,5% da GenZ utiliza esses assistentes.
  • E isso tudo sem abrir mão do Google, independentemente de qual for a geração. A plataforma segue unânime como meio de pesquisa, obtendo a preferência de todos os públicos ao iniciarem suas buscas. Mas agora, ele reveza com redes sociais (como YouTube e Instagram), além da própria IA, no restante da jornada.

Basicamente, essa fragmentação faz com que as marcas tenham que se concentrar em vários canais daqui pra frente: “jornadas paralelas exigem presença simultânea em múltiplos ecossistemas”.

“Não basta estar apenas no Google — é necessário estar no TikTok e Instagram para alcançar a Geração Z, na televisão para os Baby Boomers e em uma combinação inteligente de canais para os Millennials.”
— A nova jornada de consumo, Conversion + mLabs

De acordo com Rafael Kiso, cofundador do mLabs, essa alternância cria “uma experiência de pesquisa híbrida mais rica e personalizada”. Mas quando falamos do futuro do consumo, não dá mais para pensar em um cenário sem as IAs.

A pesquisa traz um storytelling bem interessante, comparando cada geração com um grande filme de ficção científica: de “2001: Uma Odisseia no Espaço” à “Interestelar”. Para quem quiser se aprofundar nas metáforas e dados, é só acessar aqui.


ESTA É NEW

Por fim, um compilado das notícias da nossa área, estrelando (como sempre) as novidades da IA.

👉 Na segunda-feira, 27, a IBM lançou uma plataforma para ajudar empresas, instituições e governos a entrarem na economia dos ativos digitais, a IBM Digital Asset Haven.

Segundo a empresa, “com a crescente adoção de ativos tokenizados e stablecoins, as instituições precisarão evoluir. O setor de ativos digitais representa uma oportunidade crucial para as instituições financeiras modernizarem seus portfólios de produtos” (Exame).

👉 O ChatGPT Go, versão mais em conta do chat, chegou ao Brasil nesta semana, acompanhado de uma vantagem pra quem é cliente Nubank: assinatura gratuita por até um ano, dependendo do segmento da conta.

Segundo o Canaltech, a versão oferece limites de mensagens 10x maiores, 10x mais imagens e uploads de arquivos por dia, e 2x mais memória para respostas mais personalizadas.

👉 Por falar no roxinho, o Nubank se tornou a empresa mais valiosa do Brasil, segundo o ranking da Companies Market Cap.

A empresa foi avaliada em US$ 76,97 bilhões, o que é R$ 2 bilhões a mais que a segunda colocada, Petrobrás. 

👉 E, por falar em grana, a OpenAI se tornou uma empresa com fins lucrativos e, a partir de agora, poderá faturar com suas soluções de IA — que não são poucas ou baratas.

No anúncio oficial “Build to benefit everyone” (Construída para beneficiar a todos), a big tech esclarece que a nova empresa que adota o modelo de lucro, vai se chamar “OpenAI Group PBC”, mas continuará sendo controlada pela Fundação OpenAI, que continua sem fins lucrativos.

👉 Pra finalizar, duas grandes plataformas apresentaram novas ferramentas de IA essa semana: o TikTok e o Pinterest.

No TikTok, as novidades são:

  • O Smart Split para edição de vídeos, que pode cortar, reenquadrar, legendar e transcrever conteúdos automaticamente, inclusive transformando conteúdos longos em vários vídeos curtos.
  • E o AI Outline, que oferece inspiração e ajuda para explorar formatos e interesses em alta, além de gerar títulos, hashtags, ganchos e esboços com base em conteúdos populares.

E no Pinterest, a estreia é o Pinterest Assistant, uma ferramenta que integra imagens, voz e texto às buscas. Ou seja, enquanto no TikTok, a intenção é ajudar os criadores de conteúdo, aqui é potencializar a experiência dos usuários, transformando a jornada de compra. 

Inclusive, falamos sobre isso na cobertura do Fórum E-commerce Brasil, que envolve também a palestra da Susan Spark Park, Diretora de Produto Internacional no Pinterest.

👉 Aliás, esse é um bom gancho para avisar que na próxima semana não teremos Bizi por aqui porque estaremos no RD Summit 2025, junto da Layer Up.

Por isso, não espere uma news quentinha, mas uma cobertura especial no @bizi_today na sexta-feira, dia 7, e na outra semana, um review de tudo o que vimos por lá, no dia 14.


👻 Pronto, você chegou ao final dessa news sem nenhum susto, só insights quentinhos. Lembrando que na semana que vem não tem Bizi, mas tem cobertura especial no nosso perfil do Instagram. Nos vemos de novo no dia 14 de novembro!

Não perca nenhuma novidade!

Por aqui, você vai encontrar um resumo de tudo que está rolando no mercado, de forma prática, dinâmica, rápida e com um toque de humor

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