bizi | 17.10.25

A gente sabe: mesmo em pleno 2025, infelizmente, nem todos os lugares são bons locais de trabalho para as mulheres.
Ainda existem diversos desafios a serem vencidos, como desigualdade salarial, culturas machistas ou até mesmo casos de assédio e violência.
Mas, do outro lado disso tudo, algumas empresas se destacam por “práticas de gestão e iniciativas voltadas especificamente para questões de gênero”.
É exatamente delas que a Forbes falou na 5ª edição do ranking anual das Melhores Empresas do Mundo Para Mulheres, em parceria com a Statista.
São 400 companhias em 36 países, mas aqui destacamos as 10 primeiras:

A partir das entrevistas, a pesquisa considerou algumas frentes:
Segundo a Forbes, esse é um cenário ainda controverso.
Apesar de um estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho) comprovar avanços substanciais no número e na qualidade dos empregos ocupados por mulheres, o Women @ Work 2025, da consultoria Deloitte, mostrou que 40% das mulheres pretendem continuar em seus empregos por apenas um a dois anos e só 5% pretendem ficar por mais de 5 anos.
Entre os principais motivos para essa impermanência estão:
Ou seja, embora 400 empresas estejam se esforçando genuinamente para reverter esse quadro, a maioria delas ainda tem muito a crescer.
🎲 Também da Forbes, esse é o ranking dos Melhores Empregadores do Mundo, com “900 empresas que se destacam pelo ambiente de trabalho e pelas oportunidades de crescimento na carreira, salário e benefícios oferecidos”. E, dessa vez, 10 brasileiras entraram na lista: Petrobras (119º), Banco do Brasil (268º), Embraer (274º), Gerdau (358º), Vale (449º), Nubank (527º), Natura & Co (547º), Banco Bradesco (592º), Votorantim (632º) e Braskem (883º). Para saber mais detalhes, confira a matéria da Forbes.
🎲 O estudo “Tendências Consumo Alimentar”, da Croma Consultoria, investigou a percepção de saudabilidade nas marcas entre os consumidores brasileiros e descobriu que 22% deles associam a Nestlé a uma alimentação saudável. Um dos fatos curiosos é que essa percepção é maior nos extremos das gerações: entre a Geração Alfa (41%) e os Baby Boomers (37%). Quem diria, não?
🎲 E já que existem tantos dados valiosos no mercado, nada melhor que aproveitá-los. Por isso, o Terra & Vivo Ads lançaram o Vivo Ads Track, a primeira solução de mídia do Brasil que utiliza first-party data para conectar marcas a consumidores reais e verificados. Para Júlio Tortorello, head de negócios do Terra & Vivo Ads, nesse cenário, “a marca deixa de falar com todo mundo e passa a conversar com quem realmente importa”.
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