bizi | 07.10.25

Escolhemos o Bizi de hoje para anunciar: é o fim dos óculos, das mídias, da produtividade e da TV como conhecemos. Tudo isso vai mudar — ou já está mudando — rapidamente e com grande impacto. Vem conferir os insights desta edição sobre a chegada do Ray-Ban Meta Gen 2, o novo estudo da WGSN com a VTEX, a desejada nova vaga da Netflix, as promessas da TV 3.0 e muito mais.

Nesta semana, o mais novo modelo de óculos de Mark Zuckerberg, o Ray-Ban Meta Gen 2, chegou ao Brasil.
Enquanto a classe dos social medias ainda sofre com simples alterações no carrossel do Instagram, a big tech tem investido cada vez mais no dispositivo inteligente. O objetivo é torná-lo melhor e mais acessível — mas não para todo mundo.
Alguns destaques da nova configuração são:
Mas é o PDV que chamou a atenção da redação nesse lançamento. Por enquanto, todas as cores e modelos do Ray-Ban Meta Gen 2 estão disponíveis exclusivamente no Itaú Shop, marketplace do Itaú Unibanco.
Logo, são os correntistas do bancão que saem na frente: o Ray-Ban Meta Gen 2 chega custando a partir de R$ 3.299, mas com pagamento em até 18x para correntistas.
Isso é que é atrelar antecipação, exclusividade e inovação, não é mesmo? Um lançamento assim realmente é feito para quem pode comprar.
Usaria ou não usaria? Ou melhor: investiria ou não investiria? Conta pra gente!
🦾 Tranquilidade em tempos de IA. De acordo com o CEO da NVIDIA, Jensen Huang, a IA trará mais empregos e exigirá mais criatividade humana, e não o contrário. Para ele, essas as ferramentas não serão nossas substitutas, mas parceiras, principalmente em segmentos como robótica, biotecnologia e design.
🦾 O Google lançou o programa YouTube Activation Partners, um conjunto de parceiros de mídia terceirizados e confiáveis, para ajudar os anunciantes com a compra e gerenciamento de campanhas.
🦾 A Vivo tem o 5G mais veloz do mundo, segundo relatório da OpenSignal. Com seus 362,1 Mbps de velocidade média de download, a brasileira superou concorrentes em mercados como Estados Unidos.

“Toda plataforma virou canal de mídia e todo conteúdo virou ponto de venda?”. Em tempos de Vale Tudo quebrando recordes e mais recordes de inserções de marca, é assim que o novo estudo da WGSN em parceria com a VTEX começa.
“O fim dos meios como conhecíamos” é o material que resultou da colaboração entre as duas empresas. Nesse novo cenário onde IA e o avanço tecnológico tomaram conta, o contexto de mídia está tão fragmentado quanto a própria jornada do consumidor. Ele agora é muito mais exigente por praticidade e experiências sem atritos.

Assim, a WGSN e a VTEX trazem 3 tendências importantes para o novo momento:
Plataformas como TikTok, Instagram, WhatsApp e YouTube são mais que mídia, são oportunidades de monetização. Segundo a Cornell University, a presença multiplataforma pode aumentar em até 5% a conversão.
Segundo o material, o consumidor de hoje quer ouvir de quem usa, não de quem vende. Por isso, a confiança nos creators subiu 34% e 70% das pessoas já compram a partir de suas indicações.
De acordo com pesquisa da Accenture + HubSpot, 82% dos consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados em troca de experiências mais personalizadas. O que ganha margem entre o público e gera conexão de verdade não são os anúncios que interrompem, mas a publicidade contextualizada.
Quer saber mais sobre esse cenário fragmentado da mídia? Então acesse o site do estudo e baixe uma amostra gratuita.

Que a Netflix sabe usar a IA em favor dos seus espectadores, com um sistema algorítmico afinadíssimo, todo mundo já sabe. Mas a vaga divulgada recentemente pela empresa mostra que ela também está focada no uso de IA pelos funcionários.
O Product Manager — GenAI fará parte da equipe de Productivity Assistant, e deve focar em aumentar a produtividade pessoal, da equipe e organizacional da Netflix com o uso de inteligência artificial.
A descrição da vaga diz que:
E é claro que, com grandes responsabilidades, vem grandes remunerações. Entre elas: salário anual entre US$ 240 mil e US$ 700 mil anuais (algo entre R$ 1,3 e R$ 3,7 milhões), home-office integral (ou, no máximo, híbrido) e, claro, assinatura Netflix na faixa.
A Netflix não difere das outras empresas no seu objetivo de integrar a IA em toda a operação, mas se prepara para isso com calma e estratégia. Afinal, não é tão simples quanto escolher a próxima série.
Entre as atribuições do novo profissional, estão: conduzir pesquisas internas para entender as reais necessidades de trabalho e testar essas soluções, como prompts e interfaces conversacionais. Definitivamente, não é só implementar.
E aí, você tem essas qualificações? Se candidataria?
🤝 Jimmy Donaldson, mais conhecido como MrBeast, faz um contrato temporário de 90 dias com seus novos funcionários para saber se eles realmente se adaptarão à cultura do maior youtuber do mundo. Chamado de vibe check, o teste inclui apartamento e carro alugado em Greenville, na Carolina do Norte (onde fica o estúdio do MrBeast), para ver se os novos contratados se dão bem com esse estilo de vida.
🤝 Superfãs: engajamento é poder. O episódio de estreia dessa série do Meio & Mensagem recebe Rafael Araújo (WGSN Mindset), Pierre Mantovani (Omelete Company), e Felipe Rocha (Riachuelo) para falarem como comunidades engajadas vão além do consumo e advogam por marcas e personagens, criando verdadeiros hubs culturais.

A TV 3.0 está chegando cada vez mais perto de sua data de estreia e tudo o que queremos são spoilers desse lançamento histórico.
Com nome técnico de ATSC 3.0 ou até mesmo DTV+, a TV 3.0 é o próximo estágio da TV aberta no Brasil e foi regulamentada recentemente, quando o Decreto nº 12.595/2025 foi assinado pelo presidente Lula em agosto deste ano.
O Tecmundo descreveu o novo momento como “um streaming turbinado”, com usabilidade bastante parecida com uma Smart TV atual, inclusive na exibição de canais, mas sem depender exclusivamente da internet.
Entre as novidades estão:
E o ponto alto: os canais poderão oferecer interações ao vivo, de acordo com a programação, com publicidade segmentada e integração com plataformas digitais.
Imagina a festa que Vale Tudo não faria aqui?
Aliás, por falar em grandes eventos, a previsão é que a TV 3.0 estreie em 2026, antes da Copa do Mundo.
Segundo a Propmark, a lógica de compra de mídia deve se tornar mais parecida com modelos do digital, o que inclui mais precisão, distribuição e direcionamento.
O Brasil é o quarto país do mundo a implementar o sinal e o primeiro na América do Sul. Mas, com a antecipação, vêm também os desafios: o tempo para completar a transição para a TV 3.0 deve levar pelo menos 15 anos, segundo o governo federal.
No entanto, as promessas continuam segurando o hype.
🙅♀️ Nesta news sobre o fim das coisas que conhecemos, nossos insights não escaparam. Essa edição acaba aqui, mas o Bizi volta na sexta-feira com muito mais. Até lá!
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