bizi | 23.09.25

Você sabia que, apesar de reclamarmos dos processos morosos no Brasil, nosso país ainda tem um dos cenários mais positivos para a abertura de empresas?
Segundo o Índice da Burocracia, o Brasil tem o menor tempo e um dos menores custos para abrir uma empresa, considerando os procedimentos operacionais.
O estudo é uma iniciativa do Adam Smith Center for Economic Freedom da Florida International University e, nesta edição, contou com 21 países: 16 da América Latina, 2 do Caribe e 3 da Europa.
Confira alguns dos pontos altos do Brasil:

O estudo traz ainda uma análise da burocracia depois da abertura e quanto os países são comprometidos por esse processo.
Se o custo estimado é US$ 4.000 para a abertura, o custo para manter a operação é de US$ 5.800 por ano.
Traduzindo isso em tempo, o cenário também não é dos mais positivos. A média fica em 1.577 horas só para lidar com tarefas burocráticas do dia a dia.
De acordo com os dados, 128 dias úteis do ano são destinados à gestão de emprego, e 202 dias úteis são para lidar com tributos.
Para o diretor fundador do relatório, Carlos Días-Rosillo, não é sobre atacar a existência da burocracia, mas alertar para seus excessos, que acabam sendo um fardo às empresas.
Afinal, pode até ser fácil abrir uma empresa, mas o estudo deixa claro que o verdadeiro desafio é mantê-la funcionando.
O Mercado Livre lançou o Mercado Livre Negócios, com foco no público B2B. Segundo a vice-presidente de marketplace no Mercado Livre, Roberta Donato, eles já fazem isso, mas agora vão atender essa demanda com “uma solução segura, simples e eficiente, que permite às empresas comprarem melhor e com descontos de até 50%” (Forbes).
O que os consumidores esperam das marcas? Segundo o estudo Gad Insights, a resposta é um resgate às origens. Ao invés da hiperexposição dos últimos anos, conforme avançam para o futuro, as marcas precisam comunicar o que realmente as diferencia: suas origens e histórias.
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