bizi | 19.09.25

No Bizi de hoje, prometemos que vai valer a pena você ter voltado pra nossa news: trouxemos insights quentinhos sobre a crescente demanda por profissionais de IA, marketing de relevância, prioridades da GenZ, a nova fase do Starbucks e muito mais! Vem conferir com a gente.

Olá, você já ouviu a palavra da IA hoje? Então está na hora de ouvir porque esse mercado não para de crescer e temos certeza de que você quer acompanhá-lo.
De acordo com uma pesquisa da consultoria Bain & Company, desde 2019, a demanda por profissionais de inteligência artificial vem crescendo 21% a cada ano!
E mais: 44% dos líderes nos EUA, Alemanha, Índia, Reino Unido e Austrália já sentem que a limitação de expertise está atrasando a adoção da tecnologia em suas empresas (Forbes).
Só nos EUA, enquanto o mercado pode contar com 1,3 milhão de vagas nos próximos anos, o número de candidatos não deve chegar nem a 645 mil.
Segundo a pesquisa, esse gap de habilidades em IA vai persistir até 2027, com graus variados entre esses países.
Inclusive, no Brasil: em 2024, 25% dos executivos por aqui diziam enfrentar o mesmo problema (mais demanda que capacitação). Hoje, esse número já saltou para 39%.
De acordo com Brossi, a escassez é maior em funções altamente técnicas como:
Para ele, as empresas já enxergam a IA como parte da estratégia dos negócios. Tanto é que mexeu no orçamento.
Junto do crescimento da demanda, desde 2019, os salários para as áreas de IA também vem crescendo 11% ao ano e chega até 56% em funções mais específicas.
Também de acordo com um relatório da Coursera, 94% das empresas estão dispostas a oferecer salários mais altos para profissionais com conhecimentos em IA generativa.
Para Brossi, esse não é um problema, mas uma oportunidade para as empresas de estruturarem treinamentos em IA e, consequentemente, aumentar produtividade e retenção.
Um ponto importante nessa equação é que, segundo a Bain, a maioria dos profissionais (93%) já usa IA Generativa no dia a dia, mas só 20% tem acesso a essas ferramentas na própria empresa.
E aí, se identificou com algum desses dados? Em que lado desse cenário você está?
O Gemini 2.5 Deep Think honrou a premissa de seu nome e venceu o International Collegiate Programming Contest (ICPC), uma das competições universitárias mais tradicionais e respeitadas do mundo, com 139 equipes nesta edição. Somente 4 times venceram a medalha de ouro, conquistada pelo Gemini, e mais: um dos problemas que a IA resolveu, nenhum outro time conseguiu.
Mas, nem tudo são flores — ou prompts. Os agentes de IA estão cada vez mais afinados, mas ainda cometem erros. Segundo a Fast Company, “se cada um acerta 90% das vezes, a taxa de erro combinada sobe rapidamente, criando um efeito dominó em sistemas interconectados”. Nesse artigo, a revista detalha como repensar sua arquitetura de segurança e se proteger, caso os agentes de IA resolvam te deixar na mão.

Você se lembra de algum anúncio que viu este ano? Pode ter sido aqui no Bizi ou em qualquer outro veículo, canal ou dispositivo que disputou sua atenção nesses 263 dias. Algum deles te marcou?
De acordo com o estudo “Marketing da Relevância”, realizado pela BR Media e Publicis Brasil, existem grandes chances de você não lembrar de nadinha.
Em parceria com a Nielsen e a Consumoteca, a metodologia desse estudo consistiu em combinar dados com um olhar cultural. De acordo com Thiago Bispo, VP de negócio da BR Media, o objetivo é oferecer um retrato mais completo e real sobre como as pessoas se relacionam com marcas e conteúdos.

De acordo com o estudo, existem 3 princípios para ser relevante nesse cenário:
Segundo o estudo, o consumidor se conecta com quem fala com ele. Ou seja, quando a marca fala menos de si e mais de experiências reais.
Entre as atitudes que as pessoas mais admiram nas marcas, “preservar a identidade e valores fundamentais, mesmo sob pressão externa” é a resposta para 32% dos entrevistados.
Estar onde as conversas acontecem, não só como espectador, mas participante, é uma característica importante para os consumidores. Isso cria desejo e consideração no público, mesmo fora do momento de compra.
Por fim, o terceiro princípio é ser consistente para construir memória nos consumidores — e isso envolve estar presente em vários canais de forma complementar.
Segundo 62% dos entrevistados, campanhas vistas em múltiplos canais são consideradas mais confiáveis.
E aí, sua marca cumpre esses 3 princípios?
Quantas pizzas valem o seu salário? Uma pesquisa muito curiosa mede a renda familiar e o poder de compra nos distritos de São Paulo pelo número de pizzas na mesma região que uma pessoa consegue comprar no mês. Nesta edição, enquanto o distrito com melhor desempenho, Alto de Pinheiros, consegue comprar mais de 313 pizzas, o distrito de Anhanguera, com o pior desempenho, consegue comprar somente 73 pizzas. O Índice Mozarela foi criado pelos professores Rodolfo Ribeiro e Alexander Homenko Neto, da Fatec Sebrae, inspirado no Índice Big Mac, da revista The Economist.
Um estudo da Locaweb mostrou quais são as marcas mais procuradas na Black Friday. O top 5 ficou com Samsung, Apple, Electrolux, Nike e Adidas. Seu ranking corresponde com esse? Para 80% dos entrevistados, essa é a data para comprar itens que já são desejados e estão com preço reduzido.
De acordo com o Euromonitor, o futuro do mercado da beleza tem notas de topo, saída e corpo bem definidas. Com os consumidores procurando cada vez mais por pequenos luxos a preços acessíveis, as fragrâncias aparecem como uma resposta bastante agradável. A previsão é que esse nicho contribua com 23% do crescimento absoluto do mercado de beleza entre 2024 e 2029, a maior fatia do setor.

Se fosse uma escolha simples, o que você preferiria: arranjar um trabalho paralelo ou se dedicar à carreira para evoluir de cargos dentro da mesma empresa? Para a GenZ, a segunda opção quase nem existe.
Segundo pesquisa da Harris Poll com a Glassdoor, 57% dos profissionais da geração Z têm trabalhos paralelos, os famosos bicos. Esse é o maior percentual entre todas as gerações.
Para eles, o que mais chama atenção para este caminho não é a renda extra em si, mas coisas que um emprego tradicional nem sempre garante, como criatividade e autonomia.
E antes que você pense que isso é falta de ambição, é justamente o contrário:
Outras pesquisas da Glassdoor apontam ainda que eles praticam o “unbossing consciente”, abrindo mão de uma gestão autoritária ou inacessível por ambientes de trabalho mais colaborativos e flexíveis.
De acordo com a Forbes, isso se trata de uma mudança não apenas comportamental, mas de valores em relação às outras gerações. E para quem acompanha o Bizi, isso só comprova que a GenZ é movida por outras causas.

Caso você seja fã de cafés superfaturados com chantilly e muito gelo, deve ter acompanhado a saga do Starbucks nos últimos anos.
Por aqui, a empresa quase faliu, fechou dezenas de lojas, foi adquirida pelo grupo Zamp e parece estar em uma trajetória de volta para o que era. Porém, o Brasil não foi o único a ver a rede de cafeterias perder seus customers.
Durante sua participação no Fast Company Innovation Festival 2025, o CEO da Starbucks, Brian Niccol, disse que as lojas se tornaram “muito transacionais”. Especialmente depois da pandemia, a operação focou muito no delivery e a experiência em loja acabou ficando em segundo plano.
Inclusive, em julho deste ano, a Starbucks anunciou a descontinuidade de suas unidades dedicadas exclusivamente ao delivery.
Segundo o Business Insider, um dos objetivos é estabelecer propositalmente um contraste com seus concorrentes. O principal deles, citado por Niccol na conferência, é a Luckin Coffee, empresa chinesa que chegou com força aos EUA em 2025.
Enquanto o foco da Luckin é uma experiência automatizada e impessoal, em que todos os pedidos são feitos por meio de um aplicativo, um porta-voz do Starbucks disse que o foco da rede está na “conveniência, conexão e artesanal”.
Podemos dizer que a última ação que a empresa anunciou conversa totalmente com esse objetivo: a Starbucks será o café oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Los Angeles 2028.
Além de estar presente na Vila Olímpica e Paralímpica, a cafeteria vai preparar eventos e ativações especiais para promover a conexão com os consumidores durante os jogos.
E aí, será que o café arábica do Starbucks será suficiente para reanimar a empresa na nova fase?
Jerry Greenfield, o “Jerry’s” da Ben & Jerry’s, deixou a empresa em “uma decisão dolorosa” após a marca perder a independência e autonomia para se posicionar sobre temas globais, por determinação da Unilever, a dona atual. Inclusive, o conselho independente da Ben & Jerry’s, iniciou um processo contra a Unilever por bloquear posicionamentos sobre causas políticas e sociais, uma característica bem presente na marca desde seu início.
O iPhone 17 acabou de sair, mas a Apple já está traçando os planos para o próximo lançamento. De acordo com o Digital Chat Station, o próximo modelos pode realizar o sonho de todos os filmes futuristas e ter um design transparente, além de ouros detalhes que você pode conferir aqui.
✨ Que bom que você voltou para a news, sua leitura é sempre bem-vinda. Esperamos te ver de novo na próxima semana, com mais atualizações e insights quentinhos.
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