bizi | 26.08.25

Longe de nós te obrigar a fazer algo, mas se você está lendo esse texto, é porque topou nosso convite (/intimação). Prometemos compensar com insights quentinhos sobre a nova campanha do The New York Times, números da economia circular no Brasil, prioridades das gerações Z e Boomers, guia de publicidade para bets e muito mais. Vem conferir!

Antes da news, uma pausa para reconhecer as conquistas do Dream Team.
Recentemente, a Cofundadora e COO da Layer Up, Leticia Previatti, foi reconhecida pela Cloudez como uma das 100 Profissionais Digitais mais influentes do Brasil!
(E, aqui entre nós, quem a conhece sabe que todo o bom humor, comprometimento, ambição e generosidade que ela tem realmente influencia quem está à sua volta.)
Essa lista seleta é feita a partir da avaliação de profissionais do mercado digital que carregam a inovação, comprometimento e expertise em seus nichos de atuação, além de indicações feitas por outros profissionais e clientes da Cloudez.
Como a própria empresa aponta, “essa é a prova de que juntos seguimos fortalecendo e valorizando o mercado digital”.
Para saber um pouco mais sobre esse Top 100 e conhecer os outros 99 nomes que acompanham nossa COO, é só acessar essa página.
Em tempo, parabéns pela conquista, Le! Você merece muito! Ter você entre nossos leitores (e idealizadores, promotores, torcedores… enfim, a lista é longa) é uma honra! 💖

A mais recente campanha do jornal The New York Times quer incentivar seus leitores a consumirem mais notícias para entenderem o próprio mundo.
“It’s Your World To Understand”, produzido pela agência independente Isle Of Any, apresenta o TNYT como parte de momentos de descoberta na vida de seus consumidores ao redor do mundo.
A ideia é mostrar que o jornal permite que elas se envolvam e se aprofundem com os assuntos que mais gostam — todos presente no periódico.
Outro ponto interessante da campanha era o objetivo de mostrar que os consumidores se sentem próximos do Times, como em uma relação pessoal.
Vale lembrar que além das notícias tradicionais, o TNYT também traz esportes, gaming, culinária e outros conteúdos sobre lifestyle e os chamados “passion points”, se tornando bem presente na rotina do público.
Em tempos de buscas com IA, pesquisas simplificadas e, sinceramente, pouco aprofundamento sobre tudo, ler notícias na íntegra, checar fontes e consumir esse conteúdo, seja qual for o formato, é quase um ato corajoso.
A polêmica campanha da startup de telemedicina Ro com ninguém menos que Serena Williams levantou discussões antigas e ainda relevantes sobre a pressão estética.
Segundo o cofundador e diretor de produto da empresa, Saman Rahmanian, a escolha da atleta foi estratégica para mostrar que usar esse tipo de medicamento não é um “atalho”, mas um complemento ao esforço: “ninguém jamais diria que ela não tem força de vontade”. Mas na realidade, repercutiu mal para alguns públicos e até ampliou a polarização sobre o tema.
KitKat e Spotify se uniram para quebrar o loop da falta de novidade nas playlists.
Na campanha “Break The Loop”, os consumidores são direcionados para trilhas sonoras personalizadas no Spotify, criadas de acordo com o comportamento dos usuários e com músicas inéditas para cada um, a partir das embalagens do KitKat.

O dia 25 de agosto, vulgo ontem, também é conhecido como Dia Mundial do Second Hand (segunda mão, no nosso PT-BR).
Como o nome já diz, a data é celebrada para incentivar o consumo circular, que nada mais é do que passar peças usadas para a frente e priorizar o mesmo modelo na hora de adquirir novas peças.
Mas nem precisaríamos explicar tanto porque, de acordo com dados do Sebrae, no Brasil já estamos bem acostumados com a economia de moda circular:

Ainda segundo o ThredUp Report, no mundo todo, o second hand promete atingir US$ 367 bilhões até 2030 — isso é 5x mais que a moda tradicional!
Vale lembrar que essa indústria é uma das mais poluentes do mundo. Desde a escolha e manufatura de matérias-primas à produção e até o descarte incorreto, esse setor consome recursos naturais e aumenta as emissões de CO2.
Todo esse ciclo deixa um déficit dificílimo de compensar: de acordo com a BBC, são 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis por ano.
O impacto é tamanho que até as grandes marcas de fast fashion já estão mudando seu posicionamento nesse sentido, como é o caso da H&M, que falamos na última edição.
Voltando ao ThredUp Report:
O segredo para expandir ainda mais esse público, segundo a Exame, é apostar na transparência dos processos. Já a gente acredita que tornar esses dados conhecidos também pode fazer uma grande diferença na percepção sobre o mercado.

Você sabia que a sua idade tem influência direta na sua visão sobre a sociedade?
Recentemente, a Ipsos lançou o estudo “Dos Boomers à Gen Z: Desafios para as Marcas Entenderem as Gerações no Brasil”, com uma análise sobre como diferentes gerações percebem a sociedade, o consumo e as marcas.
De acordo com Marcos Calliari, CEO da Ipsos no Brasil, existem dois componentes que raramente combinamos quando estudamos as gerações: 1) a idade, de fato, e 2) o tempo histórico, tão importante quanto.
Trazendo para as descobertas do estudo, isso significa que o que é primordial para algumas gerações, pode ser secundário ou até dispensável para outras.
Quer um exemplo?
Até 2035, o número de pessoas com idades entre 60 a 80 anos crescerá 30% no Brasil, enquanto o número de jovens (13 a 29 anos) cairá 7%.
Apesar da chamada “geração prateada” estar ganhando cada vez mais destaque e o incentivo das marcas por parte das consultorias, a Geração Z promete estar no centro dessa narrativa nos próximos anos — lugar ocupado hoje pelos millennials.
Ou seja, como o próprio nome do estudo diz, o mercado deve ficar dividindo constantemente suas atenções entre esses dois grupos.
De um lado, será relativamente mais fácil. Do outro, um pouco mais desafiador:
Segundo a Ipsos, o segredo é equilibrar e alternar as mensagens de marca:
Um pouco estereotipado, mas vale a pena reforçar.
E aí, o que achou desses dados? Já imagina essas prioridades para cada geração?

Mais uma editoria para falar de bets aqui no Bizi, mas dessa vez é a regulamentação delas.
O IAB Brasil lançou ontem (25), o Guia da publicidade digital para apostas, com as principais diretrizes para essa prática aqui no Brasil.
Segundo o instituto, o objetivo é oferecer clareza, segurança jurídica e orientações essenciais para uma comunicação responsável nesse setor em expansão.
Em conformidade com a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) e o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar), o texto prevê pontos como:
De acordo com a CEO do IAB Brasil, Denise Porto, a publicidade tem papel educativo junto ao público, e no caso das apostas, não é diferente.
Agora, o que você acha dessa ação? Vem para melhorar ou é só um cuidado paliativo no contraditório cenário das bets?
Para conferir o guia, é só fazer o download gratuito no site do IAB Brasil.
👋 Tudo esclarecido e regulado, podemos nos despedir da edição de hoje. Esperamos que tenha gostado dessa curadoria e saia desse e-mail com mais ideias e inspirações. Até sexta-feira!
Confira nossos outros conteúdos