bizi | 12.08.25

Anunciado na última quinta-feira (07), o GPT-5, mais novo modelo da OpenAI, está aqui.
O lançamento chega promissor: respostas mais aprofundadas e precisas, capaz de responder perguntas científicas de nível de doutorado. Mas, ao mesmo tempo, de forma mais natural e humanizada.
No anúncio oficial, Sam Altman falou de melhorias desde a escrita criativa e elaboração de relatórios até a qualidade do código. De forma geral, ele traz melhor experiência para o usuário.
Uma das principais novidades do GPT-5 é que ele representa o primeiro modelo unificado da OpenAI, capaz de deliberar quando precisa de mais ou menos capacidade. Isso por conta das 3 novas engrenagens:
Além dessa configuração, ele também se adapta ao contexto, nível de conhecimento e localização dos usuários para dar respostas mais relevantes.
Segundo a OpenAI, esse é “o nosso melhor sistema de IA até agora” — e não esperamos nada menos de um lançamento, não é mesmo?
Mas nos testes de benchmarking, o modelo realmente mostrou um bom desempenho:
O Snaq fez um compilado de outros benchs aqui.
Em comparação com os próprios antecessores, o GPT-5 apresentou 45% menos erros factuais que o 4o em perguntas e agora também admite quando não sabe algo.
Mas, nem tudo são flores: assim que saiu e as pessoas começaram a testar, vieram as falhas e críticas.
E elas foram motivadas principalmente por um detalhe: o modelo chegou substituindo todos os anteriores, em todos os planos, inclusive gratuito.
Porém, contrariando os testes de benchs que vimos aqui em cima, muitos usuários apontaram que o GPT-5 é, na verdade, mais burro e não mais inteligente que os anteriores. Sem a possibilidade de voltar, isso gerou muita frustração — mas só durante um fim de semana.
No domingo (10), em resposta a esses pedidos, a OpenAI decidiu liberar o acesso aos modelos anteriores e ampliar os limites de uso, mas somente nos planos pagos. Para resgatá-los é só ativar a opção “exibir modelos antigos”.
Ainda para defender seu lançamento, a big tech orientou os usuários a usarem comandos como “pense sobre isso” e “tome o tempo necessário” junto com seus prompts, para ativar o raciocínio aprofundado do chat.
Mas, além disso, as reclamações também demonstraram que os usuários estavam sentindo falta de seu bot amigável e acolhedor.
De acordo com a Revista Oeste, esse perfil “bajulador” foi retirado após recomendações de especialistas em saúde mental. É só ver a trend da benção para entender o porquê.
Mas e aí, você já testou o novo modelo? Aprovou ou também é do time que preferia antes? Conta pra gente!
Para o chefe do ChatGPT na OpenAI, Nick Turley, conseguir construir soluções “do zero” é a habilidade mais importante para se destacar na empresa. Segundo ele, esse é o diferencial dos profissionais da big tech: criar algo original, diante de desafios inéditos, sem referências diretas e sem copiar modelos existentes.
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