bizi | 04.07.25

Para a surpresa de quase ninguém, o modelo híbrido deixa de ser tendência e se firma como estratégia real para produtividade, economia e crescimento das empresas.
Mesmo com a economia global ainda sendo incerta, tem um grupo de empresas que segue otimista, e não é por acaso.
Segundo um estudo do International Workplace Group (IWG), feito com mais de mil líderes nos EUA e Reino Unido, 75% das organizações que adotaram o trabalho flexível estão confiantes no crescimento em 2025. Entre as empresas que seguem no regime 100% presencial, esse número cai para 58%.
Coincidência? Acho que não. Mais do que comodidade, essa é, na verdade, uma estratégia de negócio.
Das empresas entrevistadas, 79% relataram economia significativa ao reduzir espaços físicos e investir em soluções mais flexíveis.
72% perceberam ganho em produtividade, e 71% apontaram melhorias na atração e retenção de talentos. Ou seja: mais eficiência, menos custos e trabalhadores querendo fazer parte do time.
A confiança dessas empresas vai além do desempenho interno: 63% das organizações com modelo híbrido estão mais otimistas com a economia como um todo do que há um ano. Já entre as que seguem 100% presenciais, só 44% compartilham dessa visão.
É o tipo de dado que reforça o óbvio: modelos mais adaptáveis tendem a acompanhar melhor as mudanças (e incertezas) do mercado.
67% das empresas híbridas esperam crescer em 2025, e quase metade (48%) está confiante na expansão das equipes. O modelo flexível deixa de ser só sobre “qualidade de vida” para os colaboradores e se consolida como diferencial competitivo em um mercado cada vez mais exigente.
No Brasil, o movimento segue na mesma direção. Cada vez mais empresas relatam ganhos claros de eficiência, engajamento e retenção ao adotar o modelo híbrido.
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