bizi | 04.07.25

Em meio a tantas notícias ruins, ainda há aquelas que aquecem o coração. Segundo a pesquisa Panorama da diversidade nas organizações, realizada pela to.gather, startup especializada em dados sobre diversidade, a maioria das empresas brasileiras manteve suas políticas de diversidade.
Mesmo com o retrocesso observado em grandes mercados globais, como os Estados Unidos, 52,8% das companhias no Brasil seguiram com suas ações de DEI sem alterações.
Apenas 10,2% relataram cortes ou redução de iniciativas, enquanto 15,7% afirmaram que houve especulações, mas sem impacto real. E mais: 6,6% das empresas foram na contramão e ampliaram seus investimentos em diversidade, reforçando ainda mais o compromisso com o tema.

Nem tudo são flores. Engajar a alta liderança (48,5%) e sensibilizar a média liderança (47,5%) seguem como os principais obstáculos para a consolidação da agenda. A mudança cultural, a comprovação de valor e a contratação de grupos minorizados também aparecem no radar das empresas como desafios estratégicos.
Apesar disso, o cenário é promissor: 42,6% acreditam que a liderança executiva estará mais engajada até 2026, e 93,1% das empresas já realizaram ações de aculturamento em 2024, com foco em letramento, treinamentos, comunicação interna e criação de grupos de afinidade.
Ações afirmativas e desenvolvimento de talentos diversos
Segundo a pesquisa:
E tem mais: 56,1% das empresas acreditam que a cobrança por resultados concretos em DEI vai aumentar a partir de 2026, especialmente vinda da alta liderança e stakeholders estratégicos.
A mensagem do estudo é clara: a diversidade não pode ser só discurso. Ela precisa ser gestão, métrica e entrega. Concorda?
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