última news: Como conectar e aproximar pessoas

bizi | 04.04.25

A edição de hoje demorou, mas chegou! Neste Bizi, trouxemos notícias quentinhas para aplacar a chuva que cai sobre a redação São Paulo–SP. Vem conferir nossos insights sobre conexão real, seja no marketplace, no celular, pelos nossos hobbies ou pelas relações entre CEOs e sua equipe.


Antes de começar a news de hoje, propriamente escrita, queremos te contar uma novidade incrível: o Bizi estará no Web Summit Rio 2025, fazendo a cobertura do que é um dos maiores eventos tech do mundo!

Não só estaremos por lá, como temos o selo de media, o que nos dá acesso a espaços e insights exclusivos para compartilhar com você.

Por isso, próximo aos dias do evento, pode esperar nossa clássica pauta INSIDE por aqui e uma cobertura especial no nosso perfil do Instagram durante os dias 27 a 30 de abril.

E, claro, se quiser encontrar a redação presencialmente, ainda dá tempo de garantir o seu ingresso no site do Web Summit Rio.


ESTA É NEW: Mais Correios: o marketplace dos Correios 

O mercado de marketplaces tem um novo nome: Correios. 

A estatal confirmou nesta semana que vai aproveitar sua estrutura logística para entrar nesse mercado cheio de oportunidades, que só tende a crescer.

Afinal, como o presidente dos Correios, Fabiano Silva, disse: são “milhares de agências espalhadas pelo país, frete competitivo e opções de entrega”. Tudo o que os consumidores querem.

“A confiança de quem há 362 anos entrega tudo o que você precisa, agora, também, no mercado digital. Para oferecer à população brasileira uma experiência de compra e venda mais completa, mais inclusiva e mais inteligente, está chegando o Mais Correios, o marketplace da estatal.”
— Correio

Curiosidades do lançamento:

  • Os Correios têm 362 anos de expertise em entregas, mas a presença em marketplaces é inédita;
  • O logo do Mais Correios foi criado em parceria com a assistente virtual dos Correios, a Carol;
  • A promessa da plataforma é ousada: entregar mais insights para vendedores e mais vantagens e praticidade para os clientes;
  • Mais do que expansão do negócio, o objetivo do projeto é usar a tecnologia em benefício da inclusão, do desenvolvimento e da justiça social.

Se, por um lado, os Correios já têm a estrutura física, a estrutura digital fica a cargo da Infracommerce, empresa parceira da estatal e líder de digital commerce na América Latina, com plataforma de comercialização, sistemas de pagamento, usabilidade, segurança e suporte tecnológico (Canaltech).

Essa junção vem para bater de frente com gigantes desse setor, como Mercado Livre e Magalu — e já tem até um nome próprio, começando com M também: Mais Correios.

A iniciativa faz parte do projeto Correios do Futuro, com o objetivo de projetar a marca para o futuro, com novas atividades e receitas, e torná-la uma estatal forte novamente, como disse a secretária-executiva do ministério das Comunicações, Sônia Faustino.

“O futuro chegou e, com ele, a oportunidade de democratizarmos o acesso ao comércio eletrônico para pequenos e médios empreendedores de todo o Brasil. A ideia é que os Correios se tornem um elo ainda mais forte, conectando todas as regiões de forma eficiente, com um olhar atento ao desenvolvimento local e ao fomento do empreendedorismo.”
— Fabiano Silva, Correios

Vale lembrar que, apesar de ainda ser a empresa que mais faz entregas no país, os Correios perderam uma boa margem de mercado com a chegada de uma concorrência sem precedentes.

Segundo o próprio presidente, a estatal registrou prejuízos de R$ 3,2 bilhões no ano passado — isso representa mais da metade do déficit de todas as estatais no período (R$ 6,3 bilhões).

O Mais Correios ainda não tem uma data para estrear, mas já conta com um site, em que as pessoas podem se cadastrar previamente e, futuramente, receber promoções e benefícios exclusivos. 

E, aí? O que você espera dessa novidade? Conta pra gente!


PUTA C@SE, MEO: Quando o celular se torna um relacionamento tóxico

“Você já acorda conectado. Aos poucos trocou o espelho pelo filtro. Passa mais tempo scrollando do que conversando e, de repente, está trocando histórias por stories. Uma simples olhadinha no celular se transformou em horas em frente à tela.”
— Vivo

Se identificou com essa descrição? 

Alguns apps de monitoramento podem até falar qual foi o seu tempo de uso do celular, mas a reflexão aqui é mais sobre o efeito que ele tem sobre você.

Em sua nova campanha, a Vivo retratou essa nossa relação com o celular como um relacionamento tóxico. A mensagem é forte, mas necessária.

Segundo um estudo da VTrends, hub de pesquisas da Vivo, 51% das pessoas perdem a noção do tempo quando estão nos dispositivos móveis.

E ainda tem esses dados que o Adnews separou:

  • De acordo com o Panorama da Saúde Mental 2024, do Instituto Cactus e AtlasIntel, 40% das pessoas disseram que a quantidade de curtidas e comentários nas redes sociais influencia significativamente sua autoestima.
  • E essa dependência é ainda mais comum entre adolescentes e jovens: 45% dos jovens brasileiros, entre 15 e 29 anos, disseram que o uso intenso de redes sociais impacta negativamente sua saúde mental, contribuindo para o aumento da ansiedade e depressão.

Aqui no Bizi também já falamos sobre o assunto

Diante de tudo isso, a proposta da empresa é sugerir uma mudança de hábitos. A assinatura do filme da Vivo diz que “é tempo de mudar seu tempo com o celular”.

“Ao passo que a tecnologia ocupa um espaço cada vez maior em nossas vidas, é preciso buscar formas de estabelecer uma relação mais saudável e equilibrada com o celular. Esta pauta tem uma escala global e intergeracional, e como marca líder e com um olhar humano, acreditamos que é fundamental promover este diálogo.”
— Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo

O que pode parecer contraditório, na verdade, é estratégico. A Vivo sabe que não adianta ter consumidores hiperconectados, mas sem uma boa relação com essa conexão.

Não é que o celular, em si, seja uma coisa ruim; ele continua sendo um dos principais ativos da marca, que viabiliza a relação da Vivo com o seu consumidor. Mas ele deixou de ser saudável quando paramos de usá-lo exatamente para isso: conectar e aproximar pessoas, melhorar a vida real. Agora, cabe a nós ressignificar mais uma vez esse uso.

E essa é a proposta da Vivo. De acordo com Mariana Sá, Co-CCO da Africa Creative, que criou a campanha, “em um cenário de inovações aceleradas, as marcas devem fazer parte da solução, provocando reflexões e incentivando escolhas mais responsáveis”.

Fica aqui o incentivo para todos nós: a tecnologia está aqui para nos ajudar, e não aprisionar. 

+ Saúde mental:

Por falar nesse importante tema, recentemente trouxemos um panorama sobre saúde mental a partir de um estudo do Instituto QualiBest aqui no Bizi, com insights específicos sobre a relação entre trabalho e questões emocionais. Se você não conferiu ainda, é só clicar aqui.


DATA NOSSA DE CADA DIA: 55% dos brasileiros avaliam as bets positivamente

Depois de uma longa jornada de intervenções, regulamentação e consolidação no mercado, as casas de apostas, ou bets, têm mais avaliações positivas do que negativas.

Já falamos sobre esse fenômeno aqui no Bizi. Na época, o Banco Central divulgou que os brasileiros gastam cerca de R$ 20 bilhões nessas apostas por mês. A essa altura, com as bets em todos os lugares, esse valor com certeza subiu.

Para mostrar os sentimentos atuais da população sobre as bets, a pesquisa Times de Futebol e Sites de Apostas, da Brazil Panels em parceria com a TM20 Branding, mostrou que, agora, mais da metade dos brasileiros têm uma visão melhor sobre essas plataformas.

A pesquisa foi realizada com 2 mil pessoas, de 25 a 50 anos (o público-alvo das bets), de todas as regiões do país.

As plataformas mais citadas pelos entrevistados são:
  • Betano (12% das menções);
  • Sportingbet (7%);
  • Bet Nacional (5%);
  • Esportes da Sorte e Bet365 (empatadas com 4%);
  • Superbet (3%).

É interessante observar que, apesar das bets estarem por todos os lados — nas transmissões, na camisa dos jogadores, nas propagandas, etc. — a desconfiança e o risco ainda estão presentes na avaliação.

Para reforçar a mensagem da conscientização, é sempre bom relembrar o discurso das bets: aposta é com aquela grana que sobra, para se divertir e agregar naquela “fézinha” que os brasileiros amam. Se não for assim, é melhor só torcer mesmo.

+ Apostas no futuro das bets:

A Betnacional criou a Bettie, uma assistente virtual feita com IA, que analisa dados das redes sociais para prever probabilidades e tendências em qualquer aposta da plataforma: do BBB aos jogos do Sport FC.


HOW TO: Ser um CEO mais inteligente 

Jensen Huang, da Nvidia; Reed Hastings, da Netflix; Robert B. Ford, da Abbott Laboratories; Sam Altman, da OpenAI; Shantanu Narayen, da Adobe; Satya Nadella, da Microsoft; Warren Buffett, da Berkshire Hathaway; Arvind Krishna, da IBM; Dario Amodei, da Anthropic, e muito outros — o que esses líderes têm em comum? 

Além de “empresas bilionárias”, a resposta aqui é “uma comunicação excelente”.

De acordo com a Forbes, o que faz esses CEOs se destacarem não é o que falam, mas como falam. A comunicação é o que torna esses líderes mais inteligentes. E isso tem relação direta com o desempenho de suas empresas.

“Um estudo publicado na revista acadêmica de psicologia Intelligence Journal descobriu que os líderes com níveis mais altos de educação e habilidades cognitivas estavam associados a empresas que reportavam receitas brutas mais altas.”
— Forbes

Segundo a teoria das múltiplas inteligências, do psicólogo Howard Gardner, essa capacidade cognitiva tem várias dimensões:

  • Inteligência linguístico-verbal: fala e escrita eficaz
  • Inteligência lógico-matemática: raciocínio analítico e conceitual
  • Inteligência interpessoal: relacionamentos e compreensão do outro
  • Inteligência intrapessoal: autorregulação emocional e consciência

Os CEOs mais eficazes do mundo são assim porque possuem vários tipos de inteligência. Mas uma, em específico, se correlaciona com o pensamento de liderança, segundo a pesquisa: a inteligência linguístico-verbal. Alguns padrões são:

  • Construção condicional: a frase “sob condições em que”, por exemplo, demonstra avaliação de cenários e possibilidades, e pensamento contingente;
  • Linguagem causual: expressões como “porque/portanto/consequentemente” sinalizam o raciocínio analítico;
  • Abstração conceitual: transitar entre exemplos concretos e princípios gerais;
  • Pensamento comparativos: indica a avaliação de alternativas e abordagens.
“Ao analisar sua própria comunicação, procure por esses marcadores de pensamento estratégico. A presença ou ausência deles pode revelar suas tendências cognitivas e oportunidades de desenvolvimento.”
— Forbes

Em resumo, os melhores CEOs não são os que têm mais informações, mas os que conseguem transformar essas informações em insights para o restante da equipe e traduzir conceitos para que todos compreendam do que o negócio é feito.

Desbloquear o potencial linguístico não é bom somente para o cv, mas para criar narrativas que inspirem a equipe e impulsionem a inovação.

E você, já está investindo nessa competência?


🫂 Agora que você já se atualizou, pode ir para o fim de semana — de preferência, curtindo as conexões reais e presenciais com quem você ama. Até a próxima edição!

Não perca nenhuma novidade!

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