bizi | 04.04.25
A edição de hoje demorou, mas chegou! Neste Bizi, trouxemos notícias quentinhas para aplacar a chuva que cai sobre a redação São Paulo–SP. Vem conferir nossos insights sobre conexão real, seja no marketplace, no celular, pelos nossos hobbies ou pelas relações entre CEOs e sua equipe.
Antes de começar a news de hoje, propriamente escrita, queremos te contar uma novidade incrível: o Bizi estará no Web Summit Rio 2025, fazendo a cobertura do que é um dos maiores eventos tech do mundo!
Não só estaremos por lá, como temos o selo de media, o que nos dá acesso a espaços e insights exclusivos para compartilhar com você.
Por isso, próximo aos dias do evento, pode esperar nossa clássica pauta INSIDE por aqui e uma cobertura especial no nosso perfil do Instagram durante os dias 27 a 30 de abril.
E, claro, se quiser encontrar a redação presencialmente, ainda dá tempo de garantir o seu ingresso no site do Web Summit Rio.
O mercado de marketplaces tem um novo nome: Correios.
A estatal confirmou nesta semana que vai aproveitar sua estrutura logística para entrar nesse mercado cheio de oportunidades, que só tende a crescer.
Afinal, como o presidente dos Correios, Fabiano Silva, disse: são “milhares de agências espalhadas pelo país, frete competitivo e opções de entrega”. Tudo o que os consumidores querem.
Curiosidades do lançamento:
Se, por um lado, os Correios já têm a estrutura física, a estrutura digital fica a cargo da Infracommerce, empresa parceira da estatal e líder de digital commerce na América Latina, com plataforma de comercialização, sistemas de pagamento, usabilidade, segurança e suporte tecnológico (Canaltech).
Essa junção vem para bater de frente com gigantes desse setor, como Mercado Livre e Magalu — e já tem até um nome próprio, começando com M também: Mais Correios.
A iniciativa faz parte do projeto Correios do Futuro, com o objetivo de projetar a marca para o futuro, com novas atividades e receitas, e torná-la uma estatal forte novamente, como disse a secretária-executiva do ministério das Comunicações, Sônia Faustino.
Vale lembrar que, apesar de ainda ser a empresa que mais faz entregas no país, os Correios perderam uma boa margem de mercado com a chegada de uma concorrência sem precedentes.
Segundo o próprio presidente, a estatal registrou prejuízos de R$ 3,2 bilhões no ano passado — isso representa mais da metade do déficit de todas as estatais no período (R$ 6,3 bilhões).
O Mais Correios ainda não tem uma data para estrear, mas já conta com um site, em que as pessoas podem se cadastrar previamente e, futuramente, receber promoções e benefícios exclusivos.
E, aí? O que você espera dessa novidade? Conta pra gente!
“Você já acorda conectado. Aos poucos trocou o espelho pelo filtro. Passa mais tempo scrollando do que conversando e, de repente, está trocando histórias por stories. Uma simples olhadinha no celular se transformou em horas em frente à tela.”
— Vivo
Se identificou com essa descrição?
Alguns apps de monitoramento podem até falar qual foi o seu tempo de uso do celular, mas a reflexão aqui é mais sobre o efeito que ele tem sobre você.
Segundo um estudo da VTrends, hub de pesquisas da Vivo, 51% das pessoas perdem a noção do tempo quando estão nos dispositivos móveis.
E ainda tem esses dados que o Adnews separou:
Aqui no Bizi também já falamos sobre o assunto
Diante de tudo isso, a proposta da empresa é sugerir uma mudança de hábitos. A assinatura do filme da Vivo diz que “é tempo de mudar seu tempo com o celular”.
O que pode parecer contraditório, na verdade, é estratégico. A Vivo sabe que não adianta ter consumidores hiperconectados, mas sem uma boa relação com essa conexão.
Não é que o celular, em si, seja uma coisa ruim; ele continua sendo um dos principais ativos da marca, que viabiliza a relação da Vivo com o seu consumidor. Mas ele deixou de ser saudável quando paramos de usá-lo exatamente para isso: conectar e aproximar pessoas, melhorar a vida real. Agora, cabe a nós ressignificar mais uma vez esse uso.
E essa é a proposta da Vivo. De acordo com Mariana Sá, Co-CCO da Africa Creative, que criou a campanha, “em um cenário de inovações aceleradas, as marcas devem fazer parte da solução, provocando reflexões e incentivando escolhas mais responsáveis”.
Fica aqui o incentivo para todos nós: a tecnologia está aqui para nos ajudar, e não aprisionar.
Por falar nesse importante tema, recentemente trouxemos um panorama sobre saúde mental a partir de um estudo do Instituto QualiBest aqui no Bizi, com insights específicos sobre a relação entre trabalho e questões emocionais. Se você não conferiu ainda, é só clicar aqui.
Depois de uma longa jornada de intervenções, regulamentação e consolidação no mercado, as casas de apostas, ou bets, têm mais avaliações positivas do que negativas.
Já falamos sobre esse fenômeno aqui no Bizi. Na época, o Banco Central divulgou que os brasileiros gastam cerca de R$ 20 bilhões nessas apostas por mês. A essa altura, com as bets em todos os lugares, esse valor com certeza subiu.
Para mostrar os sentimentos atuais da população sobre as bets, a pesquisa Times de Futebol e Sites de Apostas, da Brazil Panels em parceria com a TM20 Branding, mostrou que, agora, mais da metade dos brasileiros têm uma visão melhor sobre essas plataformas.
A pesquisa foi realizada com 2 mil pessoas, de 25 a 50 anos (o público-alvo das bets), de todas as regiões do país.
É interessante observar que, apesar das bets estarem por todos os lados — nas transmissões, na camisa dos jogadores, nas propagandas, etc. — a desconfiança e o risco ainda estão presentes na avaliação.
Para reforçar a mensagem da conscientização, é sempre bom relembrar o discurso das bets: aposta é com aquela grana que sobra, para se divertir e agregar naquela “fézinha” que os brasileiros amam. Se não for assim, é melhor só torcer mesmo.
A Betnacional criou a Bettie, uma assistente virtual feita com IA, que analisa dados das redes sociais para prever probabilidades e tendências em qualquer aposta da plataforma: do BBB aos jogos do Sport FC.
Jensen Huang, da Nvidia; Reed Hastings, da Netflix; Robert B. Ford, da Abbott Laboratories; Sam Altman, da OpenAI; Shantanu Narayen, da Adobe; Satya Nadella, da Microsoft; Warren Buffett, da Berkshire Hathaway; Arvind Krishna, da IBM; Dario Amodei, da Anthropic, e muito outros — o que esses líderes têm em comum?
Além de “empresas bilionárias”, a resposta aqui é “uma comunicação excelente”.
De acordo com a Forbes, o que faz esses CEOs se destacarem não é o que falam, mas como falam. A comunicação é o que torna esses líderes mais inteligentes. E isso tem relação direta com o desempenho de suas empresas.
Segundo a teoria das múltiplas inteligências, do psicólogo Howard Gardner, essa capacidade cognitiva tem várias dimensões:
Os CEOs mais eficazes do mundo são assim porque possuem vários tipos de inteligência. Mas uma, em específico, se correlaciona com o pensamento de liderança, segundo a pesquisa: a inteligência linguístico-verbal. Alguns padrões são:
Em resumo, os melhores CEOs não são os que têm mais informações, mas os que conseguem transformar essas informações em insights para o restante da equipe e traduzir conceitos para que todos compreendam do que o negócio é feito.
Desbloquear o potencial linguístico não é bom somente para o cv, mas para criar narrativas que inspirem a equipe e impulsionem a inovação.
E você, já está investindo nessa competência?
🫂 Agora que você já se atualizou, pode ir para o fim de semana — de preferência, curtindo as conexões reais e presenciais com quem você ama. Até a próxima edição!
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