bizi | 07.08.26

Uma pesquisa da Pangram Labs apontou que o LinkedIn é a que mais tem conteúdos gerados por IA — e se você costuma passar um tempinho por lá, provavelmente já sabia disso.
A empresa é especializada em detectar textos gerados pela inteligência artificial. Na pesquisa, a Pangram analisou mais de um milhão de postagens entre abril e junho deste ano no LinkedIn, X, Medium, Substack e Reddit.
E o veredito foi impressionante:
Em contrapartida, os menores índices de texto feitos por IA estavam no Reddit, o que surpreendeu os pesquisadores, que esperavam “mais autenticidade em ambientes profissionais e mais ‘spam’ em espaços sem identificação” (GKPB).
O LinkedIn, que já estava bem ciente do problema, começou a liberar globalmente um recurso que tem tudo a ver com o momento: o botão “Seems like AI slop” (“Parece lixo de IA”), disponível no menu de todas as publicações.
Dessa forma, a rede vai usar a IA para combater a IA. A ideia não é denunciar os usuários, mas usar esses feedbacks para treinar seus próprios robôs de moderação para distinguir conteúdos genéricos de ideias originais.
Segundo a pesquisa “Maturidade da IA no Marketing”, da ActiveCampaign e AnaMid, usar IA já pesa na contratação de agências e fornecedores para 54% das empresas.
O YouTube não monetiza todos os conteúdos feitos por IA que estão na plataforma e existem 3 motivos principais para isso: vídeos genéricos e repetitivos, o chamado “content farming”, conteúdos perturbadores ou angustiantes, e o uso de personas de IA para discutir temas sensíveis, como finanças ou saúde.
Confira nossos outros conteúdos