put@ case, meo: Quando o celular se torna um relacionamento tóxico

bizi | 04.04.25

“Você já acorda conectado. Aos poucos trocou o espelho pelo filtro. Passa mais tempo scrollando do que conversando e, de repente, está trocando histórias por stories. Uma simples olhadinha no celular se transformou em horas em frente à tela.”
— Vivo

Se identificou com essa descrição? 

Alguns apps de monitoramento podem até falar qual foi o seu tempo de uso do celular, mas a reflexão aqui é mais sobre o efeito que ele tem sobre você.

Em sua nova campanha, a Vivo retratou essa nossa relação com o celular como um relacionamento tóxico. A mensagem é forte, mas necessária.

Segundo um estudo da VTrends, hub de pesquisas da Vivo, 51% das pessoas perdem a noção do tempo quando estão nos dispositivos móveis.

E ainda tem esses dados que o Adnews separou:

  • De acordo com o Panorama da Saúde Mental 2024, do Instituto Cactus e AtlasIntel, 40% das pessoas disseram que a quantidade de curtidas e comentários nas redes sociais influencia significativamente sua autoestima.
  • E essa dependência é ainda mais comum entre adolescentes e jovens: 45% dos jovens brasileiros, entre 15 e 29 anos, disseram que o uso intenso de redes sociais impacta negativamente sua saúde mental, contribuindo para o aumento da ansiedade e depressão.

Aqui no Bizi também já falamos sobre o assunto

Diante de tudo isso, a proposta da empresa é sugerir uma mudança de hábitos. A assinatura do filme da Vivo diz que “é tempo de mudar seu tempo com o celular”.

“Ao passo que a tecnologia ocupa um espaço cada vez maior em nossas vidas, é preciso buscar formas de estabelecer uma relação mais saudável e equilibrada com o celular. Esta pauta tem uma escala global e intergeracional, e como marca líder e com um olhar humano, acreditamos que é fundamental promover este diálogo.”
— Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo

O que pode parecer contraditório, na verdade, é estratégico. A Vivo sabe que não adianta ter consumidores hiperconectados, mas sem uma boa relação com essa conexão.

Não é que o celular, em si, seja uma coisa ruim; ele continua sendo um dos principais ativos da marca, que viabiliza a relação da Vivo com o seu consumidor. Mas ele deixou de ser saudável quando paramos de usá-lo exatamente para isso: conectar e aproximar pessoas, melhorar a vida real. Agora, cabe a nós ressignificar mais uma vez esse uso.

E essa é a proposta da Vivo. De acordo com Mariana Sá, Co-CCO da Africa Creative, que criou a campanha, “em um cenário de inovações aceleradas, as marcas devem fazer parte da solução, provocando reflexões e incentivando escolhas mais responsáveis”.

Fica aqui o incentivo para todos nós: a tecnologia está aqui para nos ajudar, e não aprisionar. 

+ Saúde mental:

Por falar nesse importante tema, recentemente trouxemos um panorama sobre saúde mental a partir de um estudo do Instituto QualiBest aqui no Bizi, com insights específicos sobre a relação entre trabalho e questões emocionais. Se você não conferiu ainda, é só clicar aqui.

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