bizi | 04.04.25
“Você já acorda conectado. Aos poucos trocou o espelho pelo filtro. Passa mais tempo scrollando do que conversando e, de repente, está trocando histórias por stories. Uma simples olhadinha no celular se transformou em horas em frente à tela.”
— Vivo
Se identificou com essa descrição?
Alguns apps de monitoramento podem até falar qual foi o seu tempo de uso do celular, mas a reflexão aqui é mais sobre o efeito que ele tem sobre você.
Segundo um estudo da VTrends, hub de pesquisas da Vivo, 51% das pessoas perdem a noção do tempo quando estão nos dispositivos móveis.
E ainda tem esses dados que o Adnews separou:
Aqui no Bizi também já falamos sobre o assunto
Diante de tudo isso, a proposta da empresa é sugerir uma mudança de hábitos. A assinatura do filme da Vivo diz que “é tempo de mudar seu tempo com o celular”.
O que pode parecer contraditório, na verdade, é estratégico. A Vivo sabe que não adianta ter consumidores hiperconectados, mas sem uma boa relação com essa conexão.
Não é que o celular, em si, seja uma coisa ruim; ele continua sendo um dos principais ativos da marca, que viabiliza a relação da Vivo com o seu consumidor. Mas ele deixou de ser saudável quando paramos de usá-lo exatamente para isso: conectar e aproximar pessoas, melhorar a vida real. Agora, cabe a nós ressignificar mais uma vez esse uso.
E essa é a proposta da Vivo. De acordo com Mariana Sá, Co-CCO da Africa Creative, que criou a campanha, “em um cenário de inovações aceleradas, as marcas devem fazer parte da solução, provocando reflexões e incentivando escolhas mais responsáveis”.
Fica aqui o incentivo para todos nós: a tecnologia está aqui para nos ajudar, e não aprisionar.
Por falar nesse importante tema, recentemente trouxemos um panorama sobre saúde mental a partir de um estudo do Instituto QualiBest aqui no Bizi, com insights específicos sobre a relação entre trabalho e questões emocionais. Se você não conferiu ainda, é só clicar aqui.
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