bizi | 26.08.25

O dia 25 de agosto, vulgo ontem, também é conhecido como Dia Mundial do Second Hand (segunda mão, no nosso PT-BR).
Como o nome já diz, a data é celebrada para incentivar o consumo circular, que nada mais é do que passar peças usadas para a frente e priorizar o mesmo modelo na hora de adquirir novas peças.
Mas nem precisaríamos explicar tanto porque, de acordo com dados do Sebrae, no Brasil já estamos bem acostumados com a economia de moda circular:

Ainda segundo o ThredUp Report, no mundo todo, o second hand promete atingir US$ 367 bilhões até 2030 — isso é 5x mais que a moda tradicional!
Vale lembrar que essa indústria é uma das mais poluentes do mundo. Desde a escolha e manufatura de matérias-primas à produção e até o descarte incorreto, esse setor consome recursos naturais e aumenta as emissões de CO2.
Todo esse ciclo deixa um déficit dificílimo de compensar: de acordo com a BBC, são 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis por ano.
O impacto é tamanho que até as grandes marcas de fast fashion já estão mudando seu posicionamento nesse sentido, como é o caso da H&M, que falamos na última edição.
Voltando ao ThredUp Report:
O segredo para expandir ainda mais esse público, segundo a Exame, é apostar na transparência dos processos. Já a gente acredita que tornar esses dados conhecidos também pode fazer uma grande diferença na percepção sobre o mercado.
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