última news: Brasil de oportunidades

bizi | 02.09.25

No Bizi de hoje, trouxemos vários dados que representam uma das principais características do nosso país: aqui tem terreno fértil pra inovação, os negócios crescem e os consumidores adotam as novidades. Vem conferir insights quentinhos sobre a 1ª faculdade de influencers do Brasil, consumo de streaming no país, quem está liderando o setor de IA no mundo e muito mais.


ESTA É NEW: A 1ª faculdade de influencers do Brasil 

Inaugurada no início do segundo semestre desse ano, a Community Creator Academy é oficialmente a primeira faculdade de influencers do Brasil. 

Com o objetivo de potencializar o trabalho de creators, marcas e plataformas, a Community CA é um campus voltado para educação e negócios no mundo da influência.

E é como uma escola mesmo: com processo seletivo, aulas presenciais, disciplinas específicas e salas estratégicas.

“A academia defende a importância da educação formal e do diploma universitário, mas destaca que o mercado de cursos livres para carreiras emergentes é um caminho necessário. O objetivo é ajudar os alunos a transformarem seguidores em um negócio lucrativo, reconhecendo que, para muitos, o sonho de ser um influenciador já se tornou uma profissão.”
— Tecmundo

Alguns dados e números interessantes:

  • A Community Creators Academy fica em um galpão com 14 mil m², na Zona Oeste da capital paulista;
  • Lá dentro, são mais de 200 salas/estúdios, incluindo salão de cabeleireiro, estúdios de maquiagem e academia, além de espaços inusitados, como um banheiro todo decorado e uma praia artificial;
  • Algumas das disciplinas são focadas em ética, direito digital e storytelling, além de mais técnicos, como produção de podcasts e tutoriais, e conteúdos sobre saúde, moda e qualidade de vida;
  • Os cursos têm duração entre 3 e 6 meses e custam entre R$ 25 mil a R$ 35 mil. Só nessa abertura, a Community já conta com 200 alunos;
  • Alguns dos professores convidados são Igor Coelho, fundador do Grupo Flow, e Sarah Fonseca, da plataforma Skin Quer;
  • O investimento para a iniciativa foi de R$ 40 milhões e a ideia foi formatada em parceria com o grupo educacional Ânima Educação (dono da Universidade Anhembi Morumbi);
  • De acordo com Fabio Duarte, o criador da faculdade, 75% dos jovens brasileiros querem ser influencers; no mundo todo, 1 bilhão de pessoas vão desejar essa profissão nos próximos anos;
  • Segundo ele, a expectativa é que a creator economy movimente mais de US$ 1 trilhão nos próximos anos — e, claro, ele quer uma fatia desse potencial.
“Não existia no mundo um local focado na formação dessa habilidade. E daí veio o insight de transformar isso num grande hub. (…) A proposta é aproximar o aluno do mercado. A gente sabe que o mundo está precisando de mais conexões. Então, a ideia de criar um espaço físico veio dessa necessidade da presença física acelerar a presença digital.”
— Fabio Duarte, criador da Community Creators Academy

A ideia é profissionalizar o mercado da influência e possibilitar que tanto creators quanto empresas explorem o espaço em suas criações.

Mais uma prova de que esse mercado só cresce por aqui!

+ Mais influência no radar da semana:

A agência Nood Mídia, do criador de conteúdo Tet Trem e seu sócio Hugo Grillo, agora se chama Pov Creators e passa a atuar na gestão de carreira de outros criadores. Para o novo momento, a empresa reuniu nomes de peso com passagens por grandes agências do segmento, como Mynd, LiveMode e Druid. 


DATA NOSSA DE CADA DIA: 7 em cada 10 brasileiros utilizam algum serviço de streaming

Você gosta de streamings? Sabe quantas assinaturas desse segmento tem atualmente?

O formato é cada vez mais querido no mundo e no Brasil não é diferente. Os streamings transformaram o consumo de filmes, séries e outros formatos, facilitando o acesso a entretenimento e conteúdos exclusivos.

Falando só dos filmes e séries, é quase consenso que Netflix, Prime Video e Globoplay dominam o território nacional. Mas uma pesquisa da Nexus trouxe muito mais detalhes sobre esse segmento:

  • 72% dos brasileiros das classes A, B e C assinam pelo menos algum serviço de streaming.

O número de assinaturas e o gasto médio é definido pela classe:

  • 27% assinam apenas uma plataforma, com concentração de assinantes da classe C. Segundo o estudo, 35% desembolsam até R$ 50 por mês com streamings;
  • 26% utilizam entre duas e três plataformas. Outros 35% também gastam entre R$ 51 e R$ 100;

Apenas 19% assinam quatro ou mais plataformas, principalmente na classe A. Para 13% dos entrevistados, o gasto médio fica entre R$ 101 a R$ 200 e apenas 5% gastam mais do que isso.

De acordo com o estudo, a Netflix é a queridinha, não só no número de assinantes, mas isso também impressiona:

  • São 25 milhões de assinantes no país, com os múltiplos perfis e o co-viewing, são cerca de 70 milhões de usuários.
A pesquisa ainda descobriu que a Netflix é a plataforma mais completa, na opinião de quase metade dos entrevistados:
  • 3 em cada 4 usuários consideram ela uma das melhores em qualidade e variedade;
  • A diversidade também é um destaque para assinantes do Prime Video, junto da exclusividade do conteúdo;
  • Já para usuários da HBO Max e Globoplay, o que mais chama atenção é o preço.

E por aí, como anda seu consumo de streamings?

Esses dados são importantes também para pensar em campanhas dentro dessas plataformas, já que agora os anúncios são tão presentes quanto o entretenimento por ali.

+ Dados importantes sobre o mercado brasileiro:

Um levantamento da Samsung Ads revelou que mais de 4,6 milhões de smart TVs da marca foram utilizadas para jogos, seja por consoles, aplicativos, Gaming Hub, ou o canal Ubisoft no Samsung TV Plus. Isso corresponde a 19% da base ativa de TVs. O perfil dos gamers é comporto principalmente por: homens (56%), com idades entre 20 a 24 anos, da região sudeste (53%) que são heavy/medium streamers (70%).

Segundo o relatório EdTech Report 2025, da plataforma Distrito, o Brasil é líder em edtechs na América Latina, com quase 70% das startups educacionais da região. A maioria delas são voltadas para o público final, com 39% do total, mas edtechs B2B estão bem próximas, com 33%.


VIEW E REVIEW: Quem está liderando o setor de IA 

Na corrida da IA, quem tem boa classificação no ranking da Andreessen Horowitz é um modelo avançado — literalmente!

O relatório da consultoria, divulgado na última semana, trouxe as 100 principais ferramentas de GenAI de 2025.

Essa é a quinta edição da lista e reflete não somente um, mas dois anos e meio de dados sobre como esses apps estão evoluindo e sendo usados no dia a dia.

No relatório, existem vários rankings, de acordo com o tipo de uso. Vamos trazer alguns destaques aqui:

Top 10 apps com mais visitas por mês, do Top 50 produtos da web — com links para edições do Bizi onde falamos sobre algumas delas:

1. ChatGPT 

2. Gemini

3. Deepseek

4. Grok

5. Character AI

6. Perplexity

7. Claude

8. JanitorAI

9. Quark

10. Google AI Studio 

Alguns destaques desta edição, segundo a Andreessen Horowitz:

Alcançando a estabilidade

O ecossistema de apps de IA está começando a se estabilizar, com 11 novos nomes na lista da web. Na última edição, foram 17.

Por outro lado, a lista de apps para dispositivos móveis aumentou: este ano foram 14 novos nomes.

Potencial chinês

Por falar em dispositivos móveis, 22 dos 50 apps principais foram desenvolvidos na China e 3 do Top 20 são utilizados principalmente por usuários do país.

Entre os destaques estão Meitu, ByteDance e Gauth.

Liderança dividida

O ChatGPT ainda lidera, mas Google, xAI e Meta estão encurtando cada vez mais essa diferença.

Enquanto o Google emplacou o AI Studio e o Labs (onde ficam o Flow e o Veo3, que o Brasil conhece bastante) no ranking, o Grok, da xAI de Elon Musk, subiu quase 40% com o lançamento do novo modelo (Grok 4).

O Meta AI teve um crescimento mais lento, mas nem por isso, deixa de ser uma ameaça ao reinado da OpenAI.

As 14 estrelas

Em todas as iterações do ranking, 14 empresas aparecem em todos. O relatório ainda divide as chamadas “all-stars” em categorias:

  • Assistência geral: ChatGPT, Perplexity e Poe
  • Companhia: Character AI
  • Geração de imagens: Midjourney e Leonardo.AI
  • Edição de imagens e vídeos: Veed e Cutout
  • Geração de voz: Eleven Labs
  • Ferramentas de produtividade: Photoroom, Gamma e Quillbot
  • Hospedagem de modelos: Civitai e HuggingFace

E aí, já sabia de todas essas ferramentas?

Só pela presença no ranking, acreditamos fortemente que vale a pena procurar e saber o que tanto elas têm a oferecer. Na página do ranking, a Andreessen Horowitz já deixou todos os links para facilitar.


🇧🇷 E aí, depois desses insights você se sente mais preparado para aproveitar as oportunidades do mercado brasileiro? Até o próximo Bizi, com mais notícias quentinhas e, esperamos, mais do otimismo que só o nosso país tem.

Não perca nenhuma novidade!

Por aqui, você vai encontrar um resumo de tudo que está rolando no mercado, de forma prática, dinâmica, rápida e com um toque de humor

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