bizi | 23.12.22


O Brasil ocupa a 6ª posição em uma lista dos países com mais vazamentos de informações, feita pela Surfshark, uma empresa holandesa de segurança virtual.
Realmente, este ano (talvez mais do que nos outros), vimos muito uso indevido de dados, golpes e vazamentos por aqui, mas também novas políticas, fóruns, eventos e empresas tentando achar um caminho bom para tudo isso.
Não à toa, quando decidimos criar o Bizi, criamos uma editoria só para eles e levamos a decisão tão a sério que, logo no início das nossas news, você foi impactado por um dado novo.
É inegável: o uso de dados é uma realidade, não dá mais para viver sem eles. Mas será que estamos preparados para viver com eles?
A redação não tem uma resposta, caso você esteja aguardando por isso no final deste parágrafo. Mas a discussão continua sendo super válida — e olha se não é exatamente isso que estamos fazendo aqui?!
Seja para repensar processos, preparar estratégias ou só conferir o que tem de mais recente por aí, os dados dominaram nossas conversas em 2022 e prometem continuar em 2023.

Independentemente de quem você é ou o que você faz, uma coisa temos certeza: você assistiu muitos vídeos em 2022!
O formato que bombou nas redes sociais, nos grupos e nos planejamentos estratégicos por aí, só cresce! Aqui no Bizi, por exemplo, usamos esse recurso 27 vezes em nossas pautas.
Talvez por isso o Instagram tenha investido tanto no formato, ou tenhamos visto tanto destaque para os Shorts, do Youtube, que contam hoje com 1,5 bilhão de usuários ativos por mês!

Do TikTok não precisamos nem falar, né? Mesmo com a redução da projeção de faturamento, a rede social dos vídeos curtos lançou diversas atualizações este ano, foi a que recebeu mais investimentos dos profissionais de marketing (segundo a State of Marketing 2022), e chegou a ser o app mais baixado do mundo no primeiro semestre do ano.
Os vídeos já haviam sido identificados como uma tendência para 2022 e podemos dizer com tranquilidade que, além de se concretizar, a tendência continua forte para 2023.
Curtos ou longos, os vídeos estão super inseridos na nossa realidade. Está mais do que na hora de sentar o dedo no play e investir nessa tendência.

Se tem uma coisa que falamos por aqui, nessa editoria ou em praticamente todas as outras, foi sobre as tretas no Twitter.
Com um total de 3 menções à saga do Twitter com Elon Musk + uma menção honrosa para outra polêmica da Neuralink, o potencialmente ex-CEO da rede social reinou absoluto por aqui no quesito bilionários excêntricos tendo um dia ruim online — categoria respeitadíssima nesta curadoria.

Mesmo com toda a polêmica e todas as demissões, o Twitter continua atualizando, principalmente com respeito às empresas dentro da plataforma.
É o caso do Twitter Blue for Business, feito especialmente para marcas, que, entre outras mudanças, reformulou o sistema de verificação das contas comerciais. Agora, para o terror dos designers, os logos de empresas aparecem quadrados.
Outra novidade é o programa de Afiliados da rede, que permite à empresa inscrita no programa dar um selo de verificação a outros perfis associados a ela.
A conta afiliada recebe um selinho que, na verdade, é uma pequena imagem de perfil da empresa controladora. Fofo!
O que achou das novidades? Será que essa treta ainda rende mais thread?

Definitivamente, 2022 foi o ano dos eventos. Junto com a volta do presencial, também vimos uma cena musical agitada, o mercado aquecido e consumidores com saudade do contato humano.
No entanto, um evento brilhou em meio aos outros: a Copa do Mundo. Um dos eventos esportivos mais importantes do mundo, a Copa acontece de 4 em 4 anos e não foi afetada diretamente pela pandemia, mas foi como se fosse.
Colocando as polêmicas do Catar de lado por um momento, a Copa movimentou milhares de marcas e pessoas ao redor do mundo por mais de 1 mês, em uma época que todos nós costumamos nos preocupar “só” com o fim do ano.
Aqui no Bizi, ela esteve presente em 10 das 10 edições, de forma direta (que diria o Casimiro e suas lives) ou indireta. Chegou um ponto que, sinceramente, a gente nem tentava mais não falar sobre esse assunto.
Uma pena que tudo isso foi para a Argentina ganhar na final, mas a gente fez — e assistiu — o que pôde.
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