bizi | 29.09.23
O Bizi de hoje chegou com uma das novidades mais comentadas desta semana: vamos finalmente conversar com uma inteligência artificial! Mas, enquanto esse dia não chega, vem conversar com a nossa news e descobrir os insights que trouxemos hoje.
Se até agora você achava difícil conversar com uma ferramenta que só podia usar dados de 2 anos atrás, seus problemas acabaram. A última atualização do ChatGPT permite que a ferramenta entregue dados atualizados e muito mais!
Nesta semana, a OpenAI, dona do ChatGPT anunciou 2 atualizações importantes para a famosa ferramenta de inteligência artificial.
Até agora, o ChatGPT só consultava informações até setembro de 2021, como que causava algumas barreiras de uso e até informações falsas ou imprecisas como resposta.
Já o recurso de voz é algo mais complexo. Não é novidade em si, já que assistentes virtuais como a Siri (Apple) e a Alexa (Amazon), já conversam com seus usuários há anos — e até contam piadas.
Mas, pela primeira vez, os usuários terão a experiência de conversar com uma inteligência artificial. 🤯
Segundo a OpenAI, isso também contribui com a acessibilidade da ferramenta.
“O novo recurso de voz do ChatGPT também pode narrar histórias antes de dormir, resolver debates na mesa de jantar e falar em voz alta a requisição de texto dos usuários, afirmaram executivos da empresa.”
— Forbes
A atualização também conta com suporte para imagens.
Algo bastante parecido com o que já existe no Google Lens, que oferece informações a partir de imagens. Mas, novamente, é a primeira vez que uma IA está fazendo isso.
É interessante notar que, dessa vez, o ChatGPT não foi super inovador e revolucionário. Porém, a OpenAI soube exatamente em que frentes investir para se manter a liderança do segmento.
Nesta página da OpenAI, em inglês, tem todos os detalhes das atualizações e, inclusive, vídeos demonstrando como serão os novos recursos na prática.
Por enquanto, as novidades ainda são restritas para usuários premium da plataforma. Mas a OpenAI já adiantou que chegará a todos os usuários em breve! Seguimos no aguardo para testar todas elas!
Você se considera uma pessoa influenciável?
Antes de mais nada, saiba que não estamos aqui para julgar ninguém. Fato é que o Brasil é o país com consumidores mais influenciados em suas decisões de compra, de acordo com a Statista Consumer Global Survey, além de ser o país que mais segue influenciadores.
Já falamos aqui também sobre a pesquisa #Publi: O Impacto da Creators Economy entre os internautas brasileiros que, entre outros dados, mostra que 82% dos brasileiros já compraram um produto ou serviço recomendado por influenciadores.
Ou seja, sabemos bastante sobre o comportamento dos consumidores em relação aos influenciadores. Mas e sobre o perfil de quem influencia?
A pesquisa da Influency.me pesquisou justamente as características desse grupo para traçar um perfil. Olha só:
Dando uma olhada no site da Influency.me, descobrimos que o blog da plataforma de marketing de influência está cheio de conteúdos interessantes sobre esse tema.
Se influenciar é o seu objetivo, vale a pena dar uma conferida no que tem por lá.
Ainda falando sobre redes sociais e influência, dessa vez, a abordagem não é nem um pouco positiva.
Se você usa redes sociais no seu dia a dia, sabe que, infelizmente, o discurso de ódio faz parte dessas estruturas — em algumas redes mais do que em outras.
Sejam pessoas, influencers ou até empresas, todas elas correm risco de passar pelo temido cancelamento depois de uma falha ou até influências externas, como é o caso.
E uma pesquisa recente acabou de descobrir que o que as marcas mais temiam é real:
O estudo Hate Speech & Digital Ads: The Impact of Harmful Content on Brands foi conduzido por pesquisadores da University of Pennsylvania da Pensilvânia e da University of Southern California e contou com 3000 respondentes.
O objetivo era descobrir como os discursos de ódio gerados por usuários alteram a opinião do público tanto sobre os sites e apps, quanto sobre as marcas que anunciam nesses canais.
O método foi bem simples: eles viram conteúdos simulados com posts negativos, positivos e neutros sobre algumas marcas, com anúncios no Facebook, Instagram e X.
Os pesquisadores também identificaram que os anúncios com discurso de ódio, de fato, mudaram o sentimento das pessoas sobre a marca, passando de favorável para neutro.
O mesmo aconteceu, e até com mais intensidade, em relação às próprias plataformas.
Os testes foram feitos com uma marca de higiene bucal, um fabricante de automóveis e uma varejista de materiais de construção. Essa aparente aleatoriedade, foi escolhida para simular o ato de rolar pelo feed e se deparar com diversos nichos.
“Enquanto 66% dos entrevistados relataram uma visão favorável da marca de higiene bucal depois de ver o post com abordagem positiva e 70% relataram o mesmo depois de ver um post neutro, apenas 57% relataram uma visão favorável da marca depois de ver um post negativo”.
— Hate Speech & Digital Ads
O relatório afirma que esses resultados podem sugerir que as marcas com maior favor são também as mais vulneráveis às reações negativas. Isso pode ser um efeito da própria proximidade com o público.
Por fim, de acordo com o portal Martech, isso só reforça ainda mais a importância de monitorar constantemente as redes sociais da sua marca e de escolher a dedo com quais delas você vai querer trabalhar.
Nas palavras do site, essas são as “plataformas que trabalham para manter um ambiente civilizado”. Uma referência quase que direta ao X, antigo Twitter, que já foi apontado por outras pesquisas como uma rede com grande dificuldade em controlar posts com discurso de ódio.
Você já passou por isso? Tanto do lado da marca quanto do consumidor, é uma situação muito delicada e, particularmente falando, gera sentimentos controversos.
Acreditamos que o melhor a fazer, enquanto marca, sempre será ter uma postura transparente nas redes sociais, aberta ao diálogo e pronta para enfrentar crises, caso elas surjam pelo caminho.
| Faria algo diferente? Conta pra gente!
O que você faz para ouvir seus clientes?
Continuando na temática redes sociais – marcas – público porque, como já diria a série Dark, da Netflix, “está tudo conectado”.
Atualmente, falamos muito sobre ouvir o público. Isso não só pode, como deve interferir na forma como a empresa se posiciona, se comunica e até nos produtos e serviços em si.
Mas, muitas empresas ainda têm dificuldade em saber como fazer essa escuta e realmente saber o que seus clientes esperam.
Em nossa curadoria, encontramos 5 formas de fazer esse processo, adaptáveis para todos os tipos e tamanhos de negócio. Confira:
A pesquisa NPS é uma das formas mais conhecidas de medir a satisfação dos seus clientes.
A premissa é bastante simples: perguntas sobre a satisfação com relação à empresa que o cliente responde dando uma nota de 0 a 10 — o score. Depois dos resultados, os clientes são classificados em Promotores (super satisfeitos), Neutros e Detratores (nada satisfeitos).
Para que a NPS funcione de verdade, é preciso ter regularidade na pesquisa, conversar com o cliente sobre os pontos de insatisfação e, claro, se esforçar para repará-los. O objetivo final é transformar todos os clientes em promotores.
Será que seus clientes estão tendo que se esforçar muito para resolver problemas decorrentes dos seus produtos ou serviços? Descobrir isso é o papel da pesquisa CES.
Nesse teste, as perguntas são descritivas e o objetivo é entender pontos da jornada do cliente que podem melhorar.
Ter entendimento completo sobre as etapas de comunicação e compra são essenciais aqui.
Enquanto a NPS busca descobrir a satisfação dos clientes com relação à empresa, a pesquisa CSAT quer saber sua satisfação a respeito dos produtos e serviços vendidos e pontos específicos da interação com a empresa.
Um exemplo clássico é aquele e-mail que vem depois da entrega confirmada, perguntando o que você achou dos produtos que chegaram ou do atendimento que recebeu.
As respostas aqui são importantes para avaliar especialmente esse último ponto, do suporte à compra.
Mas também para comparar expectativa vs. realidade do que foi adquirido e fazer projeções de desempenho para melhorar ainda mais essa relação.
Tudo que falamos aqui é importante, mas estar atento ao feedback orgânico que seus clientes dão é ainda mais.
Se for ruim, você já viu nas pautas anteriores como isso pode ter impacto negativo na sua estratégia. E, se for bom, você pode usar isso a seu favor de várias maneiras.
Esse é um dos melhores jeitos de descobrir o que seus clientes realmente pensam sobre a marca, seus produtos e serviços, afinal, eles estão ali, expressando de boa vontade suas impressões.
Além de que, isso traz insights super ricos para melhorar processos, ajustar a comunicação, alterar produtos e serviços e até criar novas opções de acordo com as necessidades apontadas.
Para conseguir feedbacks espontâneos, no entanto, é preciso incentivar esse hábito, ter canais que facilitem esse processo e se mostrar sempre aberto às opiniões.
Compartilhar os feedbacks e mostrar que a marca realmente leva isso em conta é um dos jeitos de encorajar seus clientes a fazer isso também.
De uma forma muito parecida com os feedbacks orgânicos, outra boa forma de saber o que seus clientes pensam é por meio do que eles compartilham nas redes sociais e nos sites especializados em avaliar marcas.
Mas aqui, mais do que ficar de olho, é importante também responder e mostrar que sua marca está atenta a esses canais.
Principalmente em sites especializados, como o Google Meu Negócio ou o Reclame Aqui, onde as pessoas vão especificamente para saber sobre a reputação da marca, é essencial mostrar que você se importa.
Em todos esses modelos de ouvir seus clientes, o mais importante é mostrar que sua marca está comprometida com os consumidores e levar essas opiniões a sério.
Assim, seja por meio de pesquisas estruturadas, canais de comunicação ou comentários espontâneos, o mais importante é ter em mente que são os clientes que fazem a marca acontecer. E, quanto mais satisfeitos eles estiverem, mais vida sua marca terá!
💟 Empresas gostam de ouvir os seus clientes e a redação gosta de ouvir você! Antes de sextar, deixe seu feedback pra gente aqui embaixo. Prometemos que lemos tudinho <3 Até a próxima news.
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