bizi | 12.09.25

O Conar acaba de reforçar sua presença no digital: Facebook e Instagram, redes sociais da Meta, agora integram oficialmente o Conselho de Autorregulamentação Publicitária.
Na prática, isso significa que duas das maiores plataformas de mídia do mundo passam a colaborar diretamente na construção de regras para uma publicidade mais ética e transparente no Brasil.
Essa aproximação não vem do nada. O Conar já vinha puxando a fila com iniciativas como o Guia de Publicidade por Influenciadores Digitais e a criação de um Conselho de Conteúdo, ambos voltados a monitorar práticas no ambiente online. Agora, a presença da Meta reforça o peso do digital na autorregulação.
Mas não parou aí. Na mesma semana, o Conar também firmou acordos com o Ministério da Fazenda, para coibir irregularidades em anúncios do setor de apostas, e com a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), em uma frente de combate à desinformação e golpes no ambiente digital.
No discurso oficial, tanto o Conar quanto a Meta destacam que a ideia é simples: publicidade responsável não pode ter fronteiras — precisa valer para toda a cadeia e ser acompanhada da mesma velocidade que o digital exige.
“Temos diretrizes claras sobre o bom uso das nossas plataformas por anunciantes e a participação ativa em órgãos da relevância do Conar é fundamental para que sigamos evoluindo, sempre respaldados por princípios éticos e responsáveis” — Conrado Leister, vice-presidente e diretor-geral da Meta no Brasil
Entre influenciadores, big techs, governo e marcas, a régua de responsabilidade na publicidade digital está ficando cada vez mais alta — e ainda bem!
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