bizi | 17.06.25

É assim que o novo report da consultoria WGSN começa: definindo o poder das emoções nas decisões humanas e, portanto, porque as marcas precisam estar atentas a isso.
Para Nik Dinning, Vice-presidente de Marketing WGSN, entender os impulsos emocionais é essencial para o sucesso das marcas no futuro. Por isso, a nova análise de tendências da WGSN é sobre o “Consumidor do futuro 2027: emoções”, um guia de como desenvolver produtos que se conectam com os pensamentos, sentimentos e comportamentos do público.
De acordo com a WGSN, as emoções já estão capitalizando grandes marcas:
E exemplos assim não faltam.
Para comprovar que as emoções são o caminho para entender o consumidor, a WGSN monitorou e selecionou seis emoções impulsionadoras do comportamento e liberou uma amostra com 3 delas. Confira nosso resuminho Bizi:
O primeiro sentimento é uma reação ao estresse prolongado, tédio e desregulação, que dominaram os últimos anos. Essa alegria é estratégica porque os consumidores buscam por isso conscientemente, tanto na saúde pessoal quanto no trabalho.
O cenário global cada vez mais desafiador impulsiona os consumidores em direção de 3 principais sentimentos ligados à alegria estratégica:
Assim, em 2027 o foco será em hábitos e experiências mais saudáveis, conscientes e coletivas.
Descrito como uma “ânsia por se livrar de responsabilidades”, a desvontade atuará como um mecanismo de defesa para quem se sentir sob pressão.
Esse conceito foi cunhado por John Koenig, autor de O Dicionário de Tristezas Obscuras. O termo representa um antídoto pela exaustão e uma forma de encarar a vida com mais tranquilidade e menos exigências, mais laços significativos e menos solidão.
De acordo com o estudo, a desvontade é uma quebra de hábitos prejudiciais e uma forma das pessoas investirem melhor sua energia. Isso se aplica tanto ao trabalho, quanto aos relacionamentos e, claro, à nossa relação com a tecnologia (alô offline!).
Há anos a WGSN acompanha a evolução do otimismo. Ele se transformou de algo idealista para realista e racional nas últimas previsões. Em 2027 ele chegará a ser cético, principalmente com os impactos da IA e as contínuas ameaças de polarização e distorção online.
Ou seja, nossa relação já complexa com a tecnologia vai se complicar ainda mais, “oscilando entre a fascinação e a apreensão”.
Nesse cenário, a consultoria reforça a responsabilidade de creators e marcas em esclarecer (ou inflamar) questões sobre o futuro. Além de ajudar os consumidores a alcançarem o equilíbrio em meio a tudo isso.
Para ter acesso às outras três emoções previstas, é preciso solicitar uma demonstração da WGSN, o que você pode fazer a partir da apresentação da amostra, nesse link.
Agora, se quiser saber mais sobre o perfil do consumidor de 2027, temos esse resumo da apresentação da WGSN, no Web Summit Rio 2025.
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