bizi | 12.12.25

Na sexta-feira passada, enquanto a gente assinava o tchau da nossa news, a Netflix estava prestes a assinar o contrato de compra da Warner Bros. Discovery por humildes US$ 72 bilhões.
As negociações e ofertas de outros estúdios já estavam rolando desde setembro, mas foi na última sexta-feira (5) que o desfecho quase aconteceu. Quase.
A Netflix chegou a avisar o público que os streamings permaneceriam os mesmos e separados, mas com um potencial conjunto enorme. De acordo com o G1, críticos consideraram a união como “um nível de concentração sem precedentes no entretenimento”.
Mas a Paramount Skydance entrou na jogada para entregar um plot twist bem inesperado.
O movimento do estúdio foi considerado uma oferta hostil, quando é feita diretamente aos acionistas da empresa, sem passar por uma conversinha amigável com a diretoria ou conselho — como a Netflix estava fazendo. A proposta de compra inclui ainda mais ativos da Warner e o valor em questão? US$ 108,4 bilhões.
Agora essa proposta vai ser avaliada por órgãos antitruste, mas até o presidente Trump disse que vai participar da decisão.
Literalmente, a vida imitando o drama e as disputas ferrenhas da arte. Quer saber mais sobre o tema? A BBC fez um artigo bem completo e o UOL trouxe uma declaração do cineasta André Sturm, presidente do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo e ex-secretário municipal de Cultura de São Paulo.
Confira nossos outros conteúdos