bizi | 23.01.26

A relação entre inteligência artificial e publicidade começa a entrar em uma nova fase. Na semana passada, o Google iniciou testes de anúncios no Modo IA.
Nesse novo formato, ofertas e cupons passam a ser exibidos quando o sistema identifica alta intenção de compra durante a interação do usuário. A lógica é contextual é: a publicidade aparece conectada ao conteúdo da conversa, buscando facilitar a transição entre pesquisa e decisão.
Segundo a empresa, os anúncios não substituem respostas orgânicas nem interferem na integridade das informações. A proposta é entregar utilidade no momento certo da jornada, aproximando descoberta e conversão.
Em paralelo, a OpenAI também anunciou que está estudando caminhos para incluir publicidade no ChatGPT para diversificar a receita.
Executivos da big tech reforçaram que qualquer avanço nessa direção será guiado pela preservação da confiança dos usuários e da experiência com a ferramenta. Vejamos.
Os lançamentos dessa semana parecem a abertura do “Sítio do Pica-pau Amarelo”: marmelada de banana, bananada de goiaba, goiabada de marmelo. Duvida? Confere aqui:
Depois de estrear nas novelinhas verticais, a Globo agora estuda lançar uma plataforma própria de vídeos curtos, tipo o TikTok.
O projeto, que por enquanto é chamado de Globopop, contaria com produções originais da Globo e conteúdos que já circulam nas redes. A ideia é ser uma plataforma gratuita, monetizada por patrocínios e pacotes comerciais, como as outras.
Já o TikTok lançou nesta semana o PineDrama, app focado nas famosas novelinhas. A novidade também é gratuita, já está disponível no Brasil e, por enquanto, não tem anúncios — mas não vamos colocar muitas expectativas aqui, ok?
E enquanto as novelas estão migrando para o celular, o Instagram levou o Reels para a TV. O Instagram for TV está disponível no Amazon Fire TV e partiu de um princípio que todos os usuários conhecem: você compartilha Reels todos os dias com as pessoas que gosta; agora vocês podem assisti-los juntos.
De acordo com Jake O’Leary, head global de marketing do Instagram, “não se trata de colocar o Instagram na TV, mas reimaginar o conteúdo como entretenimento compartilhado.
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