bizi | 06.02.26

Fevereiro começou e, independentemente de você ser do time que só pensa na folia ou do que só pensa no descanso do feriadão, aqui tem insights quentinhos para você.

Depois de 23 anos com o mesmo visual, a Lu do Magalu ficou loira para a campanha da Koleston. A ação terá desdobramentos por mais 30 dias e, de acordo com Celia Goldstein, diretora do Magalu Ads, tem tudo a ver com a estratégia do Magalu Ads, que “prioriza parcerias com marcas fortes, ações conectadas à realidade dos nossos consumidores e um impacto genuíno e inovador”.
Segundo a Prefeitura de São Paulo, no dia 15 de março, começam as obras do projeto de requalificação urbana no cruzamento entre as avenidas São João e Ipiranga. Apelidado de “Times Square Paulistana”, o projeto prevê a instalação de painéis de LED, além de intervenções urbanas e da revitalização de monumentos e espaços. Por enquanto, a ideia é não ter venda de espaços publicitários, como na Times Square original, mas o projeto pode ter marcas patrocinadoras.
Na quarta-feira, a Alphabet divulgou um relatório com os resultados do Google no quarto trimestre de 2025 e o Gemini quebrou um novo recorde: agora o chat tem mais de 750 milhões de usuários ativos mensalmente. Esse crescimento também resultou em uma marca histórica: pela primeira vez, a big tech superou US$ 400 bilhões em receita anual. Várias outras frentes da empresa também se destacaram, você pode conferir mais aqui.
A Skol vai inaugurar um parque aquático dentro do Parque Ibirapuera, na capital paulista. A ativação é gratuita e temporária, especialmente no período de Carnaval, para oferecer mais uma opção de lazer para quem frequenta a região.
A Uber é a nova parceira da CBF e se tornou patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol, tanto para o time masculino, quanto feminino, nas categorias principais e de base. Para Sílvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, essa é “uma forma de apoiar o que nos une como país e contribuir para que atletas, comissões técnicas e torcedores cheguem mais longe”.
Vale mencionar que a Uber também divulgou o faturamento de US$ 2 bilhões de publicidade em 2025, com o Uber Advertising. O resultado representa um crescimento de 50% em relação a 2024.
Depois de quase quatro décadas sem atividades, o cinema localizado no térreo do histórico edifício Copan vai voltar a funcionar com o patrocínio do Nubank em parceria com a Viva do Brasil. A ação faz parte de um projeto de recuperação do centro de São Paulo. Segundo José Aragão, CEO da Viva do Brasil, é como “devolver à cidade uma parte de si mesma”.
Para finalizar este resumo de notícias com paz no coração, o novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, disse que IA nunca vai substituir a criatividade humana na empresa. De acordo com Bob Iger, seu antecessor no cargo, esse foi um dos motivos pelos quais Josh foi escolhido. Confira mais detalhes da entrevista aqui.

O relatório Global Entertainment, Media & Telecommunications Outlook 2025–2029, da PwC prevê um crescimento de 9,9% ao ano na publicidade digital até 2029, podendo chegar a US$ 12,5 bilhões.
E quem comanda essa evolução na América Latina é o Brasil. Em 2024, nosso país movimentou US$ 7,8 bilhões — e você provavelmente fez parte disso.
Surpreendendo um total de zero pessoas, o maior destaque é o vídeo, que deve crescer 11,9% ao ano até 2029. O formato vem seguido do display (9,7%) e search pago (8,8%).
Nesse contexto, as redes sociais e aplicativos de vídeos seguem como oportunidades para marcas que buscam rápido engajamento e alta visibilidade.
Apesar do número chamativo, a previsão da PwC identificou uma desaceleração nesse setor. Entre 2023 e 2024, por exemplo, o crescimento foi de 18,5%. Segundo a consultoria, os dois dígitos se mantêm até 2027, mas a partir de 2029, a expansão deve estabilizar em cerca de 6% ao ano.
Isso não reflete algo ruim, mas a maturidade do mercado que a partir de agora já equilibra outras frentes e considera a publicidade digital não como novidade, mas parte do ecossistema.
Por falar em previsões para o futuro, um tema que tende a crescer muito são os anúncios em ferramentas de IA.
A principal novidade desse novo cenário é a mudança de palavras-chave para contextos. Basicamente, enquanto os usuários buscavam por termos diretos e resumidos nos buscadores tradicionais, no ChatGPT, eles tendem a elaborar mais a conversa e explicar melhor suas intenções de busca, necessidades e desejos. Isso resulta em um contexto muito mais rico, que permite personalização real das ofertas, como nunca vimos antes.
De fato, a OpenAI já está indo atrás de anunciantes nos EUA e a estimativa de analistas internacionais é que os anúncios no ChatGPT movimentem US$ 25 bilhões por ano.
No lado oposto dessa história, a Anthropic criou um comercial — que, aliás, será transmitido no Super Bowl LV — para falar que não terá comerciais no seu chat, o Claude. O filme é uma paródia bem escrachada do comercial do ChatGPT do ano passado, com uma mensagem importante no final: “os anúncios estão chegando à IA, mas não ao Claude”.

Vamos de dados controversos? Enquanto muita gente pensa que o uso de IA prejudica a imagem da marca, um estudo da Optimove aponta que, na verdade, mais da metade dos consumidores valoriza essa decisão.
Segundo o relatório 2025 AI Marketing Trust and Engagement Report, o fato é que a maioria dos consumidores já presume que vai encontrar IA. O que eles esperam é que isso seja feito com eficiência e relevância.
A dica principal aqui é evidenciar no que a IA pode contribuir e facilitar a vida dos consumidores:
Mas também é importante anotar o que faz essa confiança se perder.
Os dados são do portal Martech.
Segundo a Influency.me, o Brasil tem 2,1 milhões de influenciadores. Só no ano passado, 100 mil novos integrantes da profissão se juntaram ao grupo.
Um levantamento da Abrasce apontou que, pela primeira vez, o setor de shopping centers no Brasil faturou R$ 201 bilhões. A associação também registrou um recorde no tempo médio de permanência: em 2025, os consumidores passaram em média 80 minutos no local. Você foi um deles?

Nesta semana, a Merco divulgou a 12ª edição do ranking de Reputação Empresarial no Brasil; porém, a nova lista não trouxe nenhuma surpresa.
Natura, Mercado Livre e Ambev ocupam, respectivamente, as três primeiras posições — as mesmas da última edição.
1. Natura
2. Mercado Livre
3. Ambev
4. Grupo Boticário
5. Itaú Unibanco
6. Nestlé
7. Coca-Cola
8. Magazine Luiza
9. Toyota
10. Vivo
Você concorda com as escolhas? Os dados avaliados vêm de 26 fontes de informação, mais de 17 mil entrevistas com stakeholders variados e mais de 364 mil menções em redes sociais, avaliando, inclusive, a marca empregadora.
Já no ranking Lyst Index, que monitora o desejo pelas marcas de moda, Saint Laurent e Miu Miu confirmam as primeiras posições pelo segundo trimestre consecutivo. Confira mais detalhes aqui.
☝️ Se a gente fosse fazer um ranking do Bizi, quais editorias ficariam no topo? A gente se despede por aqui, mas volta na semana que vem com mais insights, questionamentos e dicas importantes — pro office e pro lado de fora. Até mais!
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