bizi | 18.03.25
Toda ação tem sua reação e todo acordo tem suas consequências — algumas muito boas e outras com muitos aprendizados. O Bizi de hoje está recheado de dados sobre a Strima, novo acordo de streamings do Brasil, as collabs mais citadas nas redes sociais, barreiras no avanço da IA, mulheres do empreendedorismo e muito mais. Vem conferir!
O acordo foi selado e agora uma nova associação faz parte do mercado audiovisual brasileiro: Strima, o novo representante dos streamings no Brasil.
Essa é a união de grandes players e concorrentes — Globoplay (o único BR da lista), Netflix, Disney+, Prime Video e Max — em nome de um só objetivo.
Segundo Luízio Felipe Rocha, advogado com quase dez anos de experiência em relações governamentais e diretor-executivo da nova entidade, a Strima surgiu para promover o diálogo do setor com o poder público, empresas e profissionais. (set.org.br)
Inclusive, a Strima terá sede em Brasília, para ficar perto das discussões políticas sobre o setor. O acordo acontece em um momento estratégico para isso: dois projetos de lei, sobre a relação dos streamings com a indústria audiovisual brasileira, estão em tramitação na Câmara dos Deputados.
De fato, há muita coisa em jogo. De acordo com o Money Report, o Brasil é o maior mercado de vídeo sob demanda da América Latina.
Se quiser conferir mais detalhes, a Strima já conta com um site próprio. E, claro, estaremos de olho nas movimentações desse acordo por aqui.
Sabe quando você assiste a um filme ou série e torce muito por um casal ficcional? Com as collabs é quase a mesma coisa: você gosta tanto de duas marcas e sempre pensa que seria perfeito se elas se unissem. Afinal, se sozinhas já são boas, imagina juntas?
Não à toa, um estudo da Orbit Data Science descobriu que a maioria dos brasileiros aprova as collabs — quando elas fazem sentido, é claro.
Depois de analisar 2.200 conversas no TikTok, Bluesky e X (antigo Twitter), sobre as principais collabs de 2024, o instituto descobriu muitos insights interessantes sobre a estratégia:
Além de listar o que dá certo, a Orbit Data Science também mapeou o que faz diminuir o interesse dos consumidores:
Esses dados mostram que o público está atento às collabs, mas não se deixa convencer por qualquer proposta. O sucesso de uma estratégia assim depende de muito mais que do apenas a sinergia entre as marcas ou o produto final.
O que achou desses insights? Já pensou qual marca faria o fit perfeito com a sua?
Para conferir todos os detalhes e dados, acesse a página do estudo, no site da Orbit Dat Science.
Como anda o avanço da IA aí na sua empresa?
Um estudo da consultoria Maitha Tech apontou que, apesar de ser um dos temas mais importantes para a gestão, nem todo mundo está tão preparado quanto gostaria para lidar com a tecnologia.
Realmente, a IA é pauta confirmada na maioria das empresas e um estudo recente da Deloitte confirmou que 58% das companhias aqui no Brasil já contam com ela na rotina.
Se pegarmos o Bizi como exemplo, a inteligência artificial esteve diretamente em 8 das últimas 10 edições que fizemos. Afinal, é o assunto do momento!
Mas a pesquisa Tech Challenges Brasil 2025, divulgada na Fast Company Brasil, mostrou que o preparo dos profissionais não segue no mesmo ritmo:
Os maiores desafios descritos por eles estão em um problema que afeta o avanço em qualquer área: a “alternância de foco”. Principalmente com relação à inteligência artificial, existem atualizações praticamente todos os dias. Para empresas que não lidam diretamente com a tecnologia, pelo menos toda semana tem uma novidade — como provam as pautas do Bizi.
Isso exige um tempo de dedicação e aprendizado que, nem sempre (na verdade, quase nunca) os negócios têm sobrando.
Outro desafio principal, de acordo com os líderes, é a “falta de profissionais capacitados” no setor — e também já mostramos isso antes.
Porém, esse status não muda o fato da IA ainda ser prioridade:
A pesquisa mapeou ainda outros objetivos para o uso de IA, como colocar a empresa na vanguarda do mercado e aumentar a produtividade.
E por aí, qual é o seu maior objetivo com a inteligência artificial? Você está conseguindo alcançá-lo?
De acordo com uma pesquisa da Universidade Cornell, nos EUA, os conteúdos de IA estão entupindo a web. Em questão de meses, conteúdos com indícios de terem sido criados ou alterados pela tecnologia aumentaram 10x.
Você já pensou em empreender? Se você for uma mulher, as chances desse pensamento já ter rondado a sua mente aumentam consideravelmente.
Uma pesquisa da Opinium Research, a pedido da Mastercard, revelou que 80% das mulheres já consideraram abrir ou administrar seu próprio negócio, incluindo as brasileiras. Mas esse sonho não vive só de motivação.
Existem muitos desafios para as mulheres neste cenário — assim como em qualquer outro, quando se trata do aspecto profissional.
De acordo com as entrevistadas, os principais motivos para desejarem empreender são:
E os setores mais buscados para a empreitada são:
Essa pesquisa faz parte da campanha global “Empowerment for All 2025”, criada pela Mastercard para o Dia Internacional da Mulher.
Vale lembrar que esse é um grupo importantíssimo para a empresa. Desde 2020, iniciativas da Mastercard já apoiaram 37 milhões de mulheres empreendedoras globalmente.
Tudo bem que essa é uma pergunta retórica, mas você conhece alguma mulher empreendedora? Que tal compartilhar o Bizi com ela para incentivar ainda mais essa ambição?
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