how to: Ser um CEO mais inteligente

bizi | 04.04.25

Jensen Huang, da Nvidia; Reed Hastings, da Netflix; Robert B. Ford, da Abbott Laboratories; Sam Altman, da OpenAI; Shantanu Narayen, da Adobe; Satya Nadella, da Microsoft; Warren Buffett, da Berkshire Hathaway; Arvind Krishna, da IBM; Dario Amodei, da Anthropic, e muito outros — o que esses CEOs têm em comum? 

Além de “empresas bilionárias”, a resposta aqui é “uma comunicação excelente”.

De acordo com a Forbes, o que faz esses CEOs se destacarem não é o que falam, mas como falam. A comunicação é o que torna esses líderes mais inteligentes. E isso tem relação direta com o desempenho de suas empresas.

“Um estudo publicado na revista acadêmica de psicologia Intelligence Journal descobriu que os líderes com níveis mais altos de educação e habilidades cognitivas estavam associados a empresas que reportavam receitas brutas mais altas.”
— Forbes

Segundo a teoria das múltiplas inteligências, do psicólogo Howard Gardner, essa capacidade cognitiva tem várias dimensões:

  • Inteligência linguístico-verbal: fala e escrita eficaz
  • Inteligência lógico-matemática: raciocínio analítico e conceitual
  • Inteligência interpessoal: relacionamentos e compreensão do outro
  • Inteligência intrapessoal: autorregulação emocional e consciência

Os CEOs mais eficazes do mundo são assim porque possuem vários tipos de inteligência. Mas uma, em específico, se correlaciona com o pensamento de liderança, segundo a pesquisa: a inteligência linguístico-verbal. Alguns padrões são:

  • Construção condicional: a frase “sob condições em que”, por exemplo, demonstra avaliação de cenários e possibilidades, e pensamento contingente;
  • Linguagem causual: expressões como “porque/portanto/consequentemente” sinalizam o raciocínio analítico;
  • Abstração conceitual: transitar entre exemplos concretos e princípios gerais;
  • Pensamento comparativos: indica a avaliação de alternativas e abordagens.
“Ao analisar sua própria comunicação, procure por esses marcadores de pensamento estratégico. A presença ou ausência deles pode revelar suas tendências cognitivas e oportunidades de desenvolvimento.”
— Forbes

Em resumo, os melhores CEOs não são os que têm mais informações, mas os que conseguem transformar essas informações em insights para o restante da equipe e traduzir conceitos para que todos compreendam do que o negócio é feito.

Desbloquear o potencial linguístico não é bom somente para o cv, mas para criar narrativas que inspirem a equipe e impulsionem a inovação.

E você, já está investindo nessa competência?

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