deu ruim: Diversidade e orgulho LGBTQIA+ — mas só em junho

bizi | 27.06.23

Bandeiras coloridas com a placa "bandeiras do orgulho".

Falar de orgulho LGBTQIA+ é fácil. Selecione 7 cores, coloque em uma bandeira carregada por uma pessoa feliz e você tem o básico. Mas será que é suficiente?

Para muitas empresas, essa pauta não passa do discurso e nem do mês de junho. Se você acompanha as campanhas publicitárias na internet ou até mesmo na TV, sabe que todos os anos, chovem conteúdos exatamente assim.

Mas, antes de falar sobre essa seletividade, você conhece a origem da data?

O dia 28 de junho de amanhã remete ao dia 28 de junho de 1969 — na verdade, à madrugada desse dia.

Depois da terceira batida policial cercada por violência no bar Stonewall, um dos bares gay mais famosos de Nova York, a comunidade se juntou para resistir e reivindicar seus direitos.

Conhecida como a “Revolta de Stonewall”, a data foi marcada por conflitos, protestos e muito, mas muito orgulho.

Desde então, não somente esse dia, mas em todos os meses de junho, o mundo inteiro participa das celebrações ao orgulho. Hoje, inclusive, esse sentimento também é de muitas outras letras.

No entanto, algumas empresas só ficam por aqui mesmo.

Segundo Bruna Pastorini, Chief Strategy Officer e Sócia da DRUID Creative Gaming, “nos dias de hoje, pega mal não ser (ou parecer ser) inclusivo” e, por isso, elas entram no jogo das aparências.
Meio&Mensagem

Mas será que isso aconteceria se houvessem mais pessoas diversas dentro das empresas? Não só nos cargos criativos, mas também nos decisórios e nos diretivos, construindo a cultura organizacional e definindo como a empresa vai se posicionar.

Para Bruna, esse é um dos motivos desse comportamento e ela não está errada:

Dados sobre a comunidade LGBTQIA+ no mercado de trabalho. 38% das indústrias e empresas brasileiras têm restrições para contratar pessoas da comunidade.

Então, a gente se pergunta, como essas pessoas vão chegar lá se elas nem ao menos são contratadas?

E não para por aí. Em uma perspectiva global da Accenture, apenas 14% dos funcionários disseram se sentir completamente apoiados em discussões relacionadas aos desafios da população LGBTQIA+.

Falando especificamente sobre pessoas transexuais, um dado da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) mostra que apenas 4% possuem emprego formal. A pesquisa também aponta que só 6% possuem emprego informal e cerca de 90% trabalham com prostituição.

Definitivamente, não é só sobre fazer uma campanha bonita que fale com o público de fora. É preciso trazer a conversa sobre diversidade para o lado de dentro das empresas.

Principalmente quando falamos em práticas ESG, ter uma diversidade que vai além do mês de junho é o que realmente faz as pessoas terem orgulho de uma empresa.

Uma organização que ouve e valoriza seus colaboradores, independente de qualquer outra coisa e consegue transparecer isso em suas ações, é o que escolhemos celebrar hoje.

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