bizi | 31.10.25

Tabu, necessidade, desejo ou polêmica? Falar de dinheiro sempre foi uma pauta delicada, mas os brasileiros estão desmistificando isso igual ao rendimento da poupança: um pouquinho de cada vez.
O estudo “Consciência e Prosperidade: a nova relação do brasileiro com o dinheiro”, feito em uma parceria entre Itaú Unibanco e Grupo Consumoteca, analisou as mudanças do comportamento financeiro nos últimos 45 anos.
E uma das principais transformações foi: enquanto gerações mais velhas priorizaram por décadas a estabilidade em meio a um cenário econômico instável, agora, as gerações mais jovens estão em busca de bem-estar financeiro, ou seja, a tal prosperidade.
De maneira geral, os brasileiros estão mais atentos a essa relação.
A busca por autonomia e bem-estar financeiro é motivada por 4 pilares principais:
Esse comportamento é ainda mais evidente nas gerações mais novas:
E até a inteligência artificial ganhou espaço nesse novo cenário:
De acordo com Michel Alcoforado, sócio-diretor do Grupo Consumoteca, isso demonstra uma mudança filosófica e silenciosa na forma como encaramos as finanças.
Sua relação com as finanças também mudou nos últimos anos?
🎲 Economizar gastando. Por falar em brasileiros e suas finanças, a Fast Company apontou um curioso conceito: com a Black Friday chegando, com previsão de vendas de R$ 13,34 bilhões (acima de 2024), o consumidor brasileiro quer economizar gastando, ou seja, aproveitar as ofertas, mesmo com dívidas e crise no bolso.
🎲 Omo e Nike são Top do Top — e nem somos nós que estamos dizendo. Na pesquisa Top of Mind 2025, da Folha de São Paulo, com 18 categorias e cerca de 90 marcas, Omo e Nike foram as mais lembradas pelo público, sem especificar tema, produto ou serviço. Mas isso não é nenhuma novidade, já que ambas dividem esse topo desde 2013. Confira o ranking completo aqui.
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