bizi | 24.07.26

Fim da timeline para menores. A França aprovou uma lei que proíbe o acesso às redes sociais por menores de 15 anos sem autorização dos pais. A medida reacende um debate que já chegou às big techs: até onde vai a responsabilidade das plataformas sobre o tempo de tela e a saúde mental dos usuários?
FOMO 3.0. Patrick McGinnis, criador do termo Fear of Missing Out, acredita que a IA inaugura uma nova fase da ansiedade digital. Em vez de temermos perder algo que realmente aconteceu, passaremos a sentir medo de experiências, oportunidades e cenários criados — ou ampliados — pela inteligência artificial.
Você teria um celular sem acesso às redes sociais? O novo Light Flip, da Light, resgata o conceito dos “celulares burros”, mas com cara de 2026: câmera de 50 MP, conexão 5G e tela OLED. Em compensação, nada de redes sociais ou loja de aplicativos.
A IA já usa todos os sentidos. Os novos modelos multimodais conseguem enxergar, ouvir e falar ao mesmo tempo, entendendo imagens, vídeos, voz e texto em uma única conversa. Na prática, isso significa assistentes cada vez mais próximos da forma como percebemos o mundo. Algo bastante tecnológico, mas assustador na mesma proporção, não é mesmo?
A Coca-Cola já entrou em campo. Faltando dois anos para a Copa do Mundo Feminina de 2027, a marca lançou sua primeira campanha para o torneio, reforçando uma tendência: grandes patrocinadores estão começando a construir relevância muito antes do apito inicial.
Coronel Sanders de cara nova. Depois de mais de 70 anos, o KFC atualizou a identidade visual do fundador da marca. Um rebranding sutil que mostra como até os ativos mais icônicos precisam acompanhar as mudanças de linguagem sem perder reconhecimento.
A Copa já começou para as marcas. CazéTV e YouTube apresentaram o plano comercial da Copa do Mundo Feminina de 2027. Além da transmissão de todos os jogos, o projeto inclui conteúdos originais, ativações e formatos pensados para aproximar marcas e torcedores antes mesmo do apito inicial.
O Rock in Rio continua uma potência comercial. A edição de 2026 terá 14 patrocinadores, dois a mais do que em 2024, além de ampliar o número de marcas apoiadoras. O festival reforça que grandes eventos seguem sendo uma das principais vitrines para branding e experiências de marca.
O gol do título também virou campanha. Depois que Ferran Torres garantiu o bicampeonato mundial da Espanha, a Under Armour aproveitou o momento para destacar que o gol decisivo foi marcado com as suas chuteiras — em um torneio dominado pelas concorrentes. Um exemplo de como transformar um acontecimento esportivo em um ativo de branding.
A Copa fez a TV conectada ganhar ainda mais espaço. Dados da Samsung Ads mostram que 18,1 milhões de Smart TVs acompanharam o Mundial no Brasil. Quase metade assistiu apenas via streaming, enquanto 44% alternaram entre streaming e TV linear, mostrando que a disputa pela atenção do público acontece em várias telas ao mesmo tempo.
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