bizi | 08.05.26

A Alphabet (dona do Google) está caminhando para se tornar a empresa mais valiosa do mundo, ultrapassando a Nvidia. Depois do fechamento do mercado nesta semana, o quadro ficou assim: Alphabet com US$ 4,69 trilhões de capitalização e Nvidia com US$ 4,77 trilhões. O movimento acontece porque, enquanto a Nvidia teve resultados abaixo do esperado com seus investimentos, o Google tem crescido cada vez mais após o lançamento do Nano Banana.
Durante as entrevistas de divulgação do filme O Diabo Veste Prada 2, que falamos na última news, a atriz Emily Blunt deu uma declaração curiosa à Betches: se seu emprego faz você se sentir como Emily Charlton na famosa cena I love my job. I love my job. I love my job., “peça demissão”. Segundo a atriz, se um trabalho te faz mal, você deve procurar “algo que você realmente queira fazer” e, mesmo que não dê dinheiro, o prinicipal é que você ame aquilo.
A discussão é complexa e, não à toa, dividiu opiniões. O primeiro filme, inclusive, foi criticado (talvez mais hoje do que na época do lançamento) por romantizar — ou, nesse caso, glamourizar — um sistema de trabalho opressor que, olha só, não é exclusivo do mercado da moda. Mas a solução também não é tão simples quanto a atriz fez parecer. Afinal, qual é o limite entre amar o que você faz, mesmo sem a remuneração correta, e ganhar muito dinheiro, mas perder partes essenciais de você mesmo? Seguimos na reflexão.
Luiza Trajano, do Magazine Luiza, lança o Summit Mulheres nas Profissões em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, para fazer 50% dos cargos de liderança serem ocupados por mulheres. Atualmente, no Magazine Luiza, 45% dos cargos são chefiados por elas, mas no mercado brasileiro, esse índice para em 32%. Por meio de networking, palestras e rodadas de negócios com investidores, o objetivo é aumentar o protagonismo feminino na gestão e não retroceder o que já foi conquistado.
O Instagram vai começar a barrar contas de menores de 13 anos com um recurso de IA que, basicamente, monitora todo o perfil e comportamento na rede. A medida também inclui a conscientização dos pais, com dicas de como conversar e orientar os adolescentes.
Se você é fã da boa publicidade ou de A Grande Família, com certeza vai gostar dessa. Em mais uma campanha muito bem elaborada do Canva, o personagem Agostinho Carrara virou um empresário da moda que faz tudo sozinho — ou quase — com a ajuda do Canva.
A campanha foi criada especialmente para divulgar o Canva IA 2.0, nova IA que cria identidade visual e desdobramentos, auxiliando na jornada do empreendedorismo. Além de trazer nostalgia, o personagem também se conecta com o público que faz de tudo pelo negócio e não desiste da ideia. Não à toa, nosso feed está tomado por reviews do novo filme.
A OpenAI atualizou seus termos para permitir o compartilhamento de dados de usuários com anunciantes nos EUA. Vale lembrar que desde o início do ano, a bigtech vem testando um novo modelo de anúncios, que já aparece para alguns usuários adultos dos planos Gratuito e Go. Com a mudança, a categoria de fornecedores passou a se chamar “parceiros de marketing” e podemos esperar ainda mais investimentos nessa área daqui para frente.
A Netflix criou o Clipes, novo recurso pensado para celulares e tablets para fornecer uma experiência vertical de consumo — assim como todos os feeds que fazem sucesso hoje. O Clipes vai exibir trechos de séries e filmes em formato dinâmico, convidando para os lançamentos ou passar um tempinho no app. A novidade já está disponível na gringa e promete chegar ao Brasil em breve.
Durante o C6 Fest 2026, O Botcário vai transformar a taxa de serviço dos ingressos na “Taxa de Beleza”, um valor que os participantes podem usar em experiências de maquiagem no espaço da marca no evento. Segundo Carolina Carrasco, diretor+a de branding e comunicação do Boticário e Quem Disse, Berenice?, “se a taxa existe, ela precisa gerar valor para o consumidor”.
E, por falar em taxa, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou nesta quarta-feira (06) que o fim da “taxa das blusinhas” está em discussão no governo.
Por hora, a proposta não é acabar, mas rever a taxa, que já nasceu controversa desde 2024. Vale lembrar que não é uma decisão simples: o imposto de 20% sobre produtos internacionais abaixo de US$ 50 rendeu R$ 5 bilhões à Receita Federal em 2025.
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