put@ case, meo: The New York Times e o consumo de notícias contra o mundo

bizi | 26.08.25

A mais recente campanha do jornal The New York Times quer incentivar seus leitores a consumirem mais notícias para entenderem o próprio mundo.

“It’s Your World To Understand” apresenta o TNYT como parte de momentos de descoberta na vida de seus consumidores ao redor do mundo. O filme foi produzido pela agência independente Isle Of Any.

Assim, a ideia é mostrar que o jornal permite que elas se envolvam e se aprofundem com os assuntos que mais gostam — todos presente no periódico.

“Existe um senso sutil hoje em dia de que, às vezes, pode parecer que o mundo está acontecendo com a gente. Existe esse consumo passivo de notícias e não é algo muito bom. Gostamos da ideia de mudar isso do passivo para o ativo.”
— Laurie Howell, cofundadora da Isle of Any

Outro ponto interessante da campanha era o objetivo de mostrar que os consumidores se sentem próximos do Times, como em uma relação pessoal.

Vale lembrar que além das notícias tradicionais, o TNYT também traz esportes, gaming, culinária e outros conteúdos sobre lifestyle e os chamados “passion points”. Dessa forma, se tornando bem presente na rotina do público.

“Ficamos muito inspirados quando conversamos com nossos assinantes mais engajados sobre como usam o Times. Eles falam sobre como o jornalismo do Times aparece ao longo do dia deles, durante o ano, durante suas vidas. Gostamos da ideia de dar vida a esse valor pessoal e relevância para uma audiência maior que pode não entender ou ter ciência de nossa oferta completa.”
— Amy Weisenbach, CMO do The New York Times

Em tempos de buscas com IA, pesquisas simplificadas e, sinceramente, pouco aprofundamento sobre tudo, ler notícias na íntegra, checar fontes e consumir esse conteúdo, seja qual for o formato, é quase um ato corajoso.

+ Outras campanhas de destaque da semana:

A polêmica campanha da startup de telemedicina Ro com ninguém menos que Serena Williams levantou discussões antigas e ainda relevantes sobre a pressão estética. 

Segundo o cofundador e diretor de produto da empresa, Saman Rahmanian, a escolha da atleta foi estratégica para mostrar que usar esse tipo de medicamento não é um “atalho”, mas um complemento ao esforço: “ninguém jamais diria que ela não tem força de vontade”. Mas na realidade, repercutiu mal para alguns públicos e até ampliou a polarização sobre o tema. 

KitKat e Spotify se uniram para quebrar o loop da falta de novidade nas playlists.

Na campanha “Break The Loop”, os consumidores são direcionados para trilhas sonoras personalizadas no Spotify, criadas de acordo com o comportamento dos usuários e com músicas inéditas para cada um, a partir das embalagens do KitKat.

Não perca nenhuma novidade!

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